sábado, 29 de junho de 2013

ACOMPANHAMENTO LUNAR


Como o mais próximo e mais importante para a Terra, dentre os corpos refletores do sistema solar, a Lua representa, nas pessoas, as características de natureza reflexiva, passiva e receptiva. Relaciona-se com padrões e hábitos, processos inconscientes, que seguem uma forte tendência a se repetirem infinitamente.

Enquanto o Sol representa a abordagem potencial a determinada situação, a Lua representa a reação provável. A cada ano, há uma chance única, em cada mês, de se modificar algo dentro desse condicionamento, relacionado à casa astrológica onde ocorre a lunação. Quando Sol e Lua se encontram, é o momento de semear para o futuro.

O acompanhamento lunar consiste em constatar o assunto ao qual se deve dar atenção especial e dirigir os esforços durante o mês, passando pelas quatro fases. As orientações são específicas para cada indivíduo, com base na configuração do seu mapa astrológico e podem contribuir para que este perceba o próprio ritmo interno e tente agir conscientemente.

Cada período da Lua propicia um tipo de abordagem, facilmente identificável através da observação dos comportamentos coletivos, profundamente registrados no íntimo do ser humano. Distribuir a energia vital na proporção que se recebe da mãe Lua ajuda a descobrir o compasso do universo e acompanhar a dança cósmica.

A análise é fornecida por texto ao interessado (que fornece data, hora e local de nascimento), enviado por e-mail alguns dias antes da Lua Nova, com indicações dos temas que estarão ativos no mês e das alternativas de conduta que se apresentam em sua carta natal. O ideal é que se realize o acompanhamento durante 12 meses, para que tenha a oportunidade de conhecer e trabalhar as tendências de cada uma das 12 casas de seu mapa. Porém, fica a critério da pessoa.

Entre em contato pelo e-mail h.rosemary26@gmail.com para mais informações.



terça-feira, 25 de junho de 2013

Teletransporte tem novo impulso com reciclagem quântica

Um dos frutos mais surpreendentes desta área emergente de pesquisas
foi o incrível 
teletransporte do magnetismo. [Imagem: Navau et al./PRL]
Nos últimos dez anos, físicos teóricos têm mostrado que as intensas conexões geradas entre partículas, pelo fenômeno quântico do entrelaçamento - ou "emaranhamento" - podem ser a chave para o teletransporte de informações quânticas.
É bem sabido que Einstein detestava a teoria do entrelaçamento quântico, descartando-o como uma "ação fantasmagórica à distância". Mas já se comprovou que o entrelaçamento é uma característica muito real no nosso universo, e que tem um potencial extraordinário para fazer avançar todos os tipos de atividade científica.
Agora, pela primeira vez, pioneiros nesse campo descobriram como o entrelaçamento pode ser "reciclado" para aumentar a eficiência dessas "ligações fantasmagóricas" entre as partículas.
Lei matéria completa: Um novo protocolo promete tornar mais eficiente o teletransporte, o transporte instantâneo de informações quânticas.
SITE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Teletransporte tem novo impulso com reciclagem quântica. 25/06/2013. Online. Disponível em www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=teletransporte-reciclagem-quantica. Capturado em 25/06/2013. 


sábado, 22 de junho de 2013

COSMOLOGIA ENERGÉTICA & ASTROLOGIA


— Se você estivesse em outro planeta, veria o céu do mesmo jeito que vê daqui?  — perguntei a uma criança de 7 anos, aluna da Escolha Conhecimentos Inexatus, em São Thomé das Letras-MG, espaço alternativo idealizado por Mestre Juan.

— Não! — respondeu ela, surpreendendo-me e, ao mesmo tempo, comprovando a eficácia das aulas, onde aprendeu que as estrelas que formam as constelações consideradas na Astrologia não estão dispostas lado a lado, como são vistas da Terra.

Da mesma forma que as pessoas têm visões diferentes dependendo de sua posição, seja ela física ou resultado das elucubrações de sua mente, ou viagens de seus sentimentos, estudos realizados ao longo da história da humanidade, mesmo aqueles que compõem grandes teorias e tratados, baseiam-se em determinados pontos de vista, cada um abarcando uma pequena fração da multiplicidade do universo.

Na Astrologia tradicional, existem planetas e configurações maléficos e benéficos, enfoque adequado a este mundo dual para selecionar o que possa servir ao sucesso de algum empreendimento, reunir pessoas cujos valores se compatibilizem com este ou aquele modo de ser e viver.

Algumas servem. Outras são eliminadas, ou permanecem à margem.

No mapa astrológico, é possível detectar pontos fortes e fracos, ferramentas de cada pessoa e orientar a melhor forma e momento para transpor os obstáculos, identificando formas e posicionamentos que dizem como deve ser para que funcione, produza efeitos sob este céu sobre a nossa cabeça.

O homem constrói naves, descobre a existência de infinitos corpos celestes, diferentes abordagens para a própria Astrologia surgem, porém, é mantido o formato milenar utilizando os simbolismos, validado através dos tempos pela contribuição ao conhecimento da psique e dos mecanismos vigentes. É um método extremamente útil para saber como viver neste mundo.

A Cosmologia Energética traz uma abordagem diferente e complementar. Foi revelada inicialmente a seres que, embora considerados selvagens, sonhavam, tinham visões, viajavam além do corpo e do espaço, conforme cada vez mais se descobre ser natural e divino na espécie humana. Diz o que é cada energia, sua programação evolutiva através do cosmos, expressa pelos graus e relações que fazem.



Como são representadas as energias e suas relações

Para aqueles que aqui se sentem excluidos, deslocados, desmotivados, o Mapa Cosmológico pode mostrar o caminho da luz, cuja visualização e compreensão implicam em transcendência de uma vida puramente materialista e mundana.

As provações, as diferenças entre as pessoas detectáveis no Mapa Astrológico ganham dimensão mais ampla, fornecendo significados, informando o estágio em que se encontram as energias, mostrando as sinapses usuais e possíveis mudanças a serem trabalhadas.

Nestes tempos de profunda transformação, assumir a própria identidade inclui situar-se também dentro do coletivo, saber-se parte do TUDO.


sexta-feira, 21 de junho de 2013

Poeira ejetada de buraco negro desafia teorias


Esta concepção artística mostra os arredores do buraco negro de elevada massa que se encontra no coração da galáxia ativa NGC 3783, situada na constelação austral do Centauro.[Imagem: ESO/M. Kornmesser]
As observações mostram que a poeira recém descoberta está sendo empurrada para longe do buraco negro sob a forma de vento frio, um vento que deve desempenhar um papel importante na relação complexa entre o buraco negro e o meio circundante.
O buraco suga o material circundante, mas a intensa radiação que produz nesse processo parece estar ao mesmo tempo afastando uma parte do material.
Os astrônomos ainda não sabem como é que estes dois processos interagem, permitindo ao buraco negro crescer - aumentar de massa ao absorver mais matéria - e evoluir no coração das galáxias, mas a presença de um vento de poeira acrescenta uma nova peça a este cenário.
Leia matéria completa.:
SITE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Poeira ejetada de buraco negro desafia teorias. 21/06/2013. Online. Disponível em www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=poeira-ejetada-buraco-negro-desafia-teorias. Capturado em 21/06/2013. 


Veja também Matéria de 23 de Agosto 2013 em Science 2.0: Cientistas do Space Telescope Science Institute, em Baltimore, Maryland (EUA), filmam Buraco negro ejetando "mola maluca" espacial 



terça-feira, 18 de junho de 2013

Endereço da Terra na Via Láctea ganha mais respeito

Os novos dados "destacam" nosso Braço Local dos braços principais de Sagitário e Perseu.
[Imagem: Robert Hurt-IPAC/Bill Saxton-NRAO/AUI/NSF]

Continuamos morando no subúrbio, mas em uma avenida, e não mais em um beco.
Esquecidos por quem?
É comum ouvir que o Sistema Solar, e a Terra em particular, residem em um "canto esquecido" nos subúrbios da Via Láctea.
Embora não escondam a pretensão de que morássemos no centro da Via Láctea - o que é quase certamente inviável para nossa "especificação biológica" - essas afirmações não deixam de ter razão.
De fato, moramos em um braço menor da nossa galáxia espiral, chamado Braço Local, situado entre dois dos braços principais da Via Láctea.
Mas não tão menor quanto se acreditava, garantem Alberto Sanna e seus colegas do Instituto Max Planck de Radioastronomia, na Alemanha.
Segundo os novos cálculos, o nosso Braço Local não é apenas uma pequena ramificação, uma espécie de "espora" de um braço principal.
"Nossos novos dados sugerem que o Braço Local é uma estrutura proeminente da Via Láctea," defende Sanna.
Leia matéria completa. SITE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Endereço da Terra na Via Láctea ganha mais respeito. 18/06/2013. Online. Disponível em www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=endereco-terra-via-lactea-ganha-mais-respeito. Capturado em 18/06/2013. 

terça-feira, 11 de junho de 2013

ALMA descobre armadilha de poeira e fábrica de cometas

Esta concepção artística mostra a armadilha de poeira no sistema Oph-IRS 48. Esta armadilha de poeira dá às minúsculas rochas do disco um porto seguro onde se podem aglutinar e crescer até atingir o tamanho necessário para poderem sobreviver por si mesmas, acreditam os astrônomos. [Imagem: ESO/L. Calçada]
Movimento "anti-entrópico"
Com o auxílio do Telescópio ALMA, astrônomos obtiveram uma imagem de uma região em torno de uma estrela jovem, onde partículas de poeira podem crescer juntando-se umas às outras.
Esta é a primeira vez que uma armadilha de poeira deste tipo é claramente observada e modelada, resolvendo assim um mistério de longa data relativo ao modo como as partículas de poeira nos discos crescem até atingirem tamanhos suficientemente grandes, que as levem eventualmente a formarem cometas, planetas e outros corpos rochosos.
Leia matéria completa.
SITE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. ALMA descobre armadilha de poeira e fábrica de cometas. 10/06/2013. Online. Disponível em www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=armadilha-poeira-fabrica-cometas. Capturado em 11/06/2013. 


segunda-feira, 3 de junho de 2013

PAUSA PARA RENASCER



I – A Secretária e a Pasta
Ela usava uma pasta como escudo. Ali, em pé, diante dele.
Fixando nos dela olhos que exprimiam um misto de assombro e compaixão, perguntou:
— O que você ainda está fazendo aí, parada?
— Vou a uma reunião...
— Larga tudo isso aí! — arrematou o médico. Vá se tratar!
Através de um exame, acabara de detectar um tumor imponente e manifesto na área do sigmóide.
Exímia e dedicada, a secretária titubeou levemente, agarrando-se à agenda de dentro da pasta, como se, através das ações ali marcadas, num passe de mágica, pudesse fazer desaparecer aquele instante feito uma cena de sonho ruim.
Costumava lidar assim com as coisas sob seu comando, priorizando o objetivo principal determinado pela maioria.
Outro assunto, porém, relegado à sua ordem ínfima, gritava seu grito ensurdecedor.

II – O Grito
Soava cada vez mais alto.
— Pare, pare tudo!
Parar.
Era este agora o objetivo.
Parar tudo o que estava fazendo até então: os andaimes fixados, os organogramas, os sistemas, os grupos, as pessoas que dependiam dela para prosseguir.
Abandonar tudo aquilo que acreditava ser impossível caminhar sem ela.
— O que você ainda está fazendo aí parada?
Era tempo de parar com o externo e cuidar do interno.

III – Redemoinho

Como se pára um?
Girando pela força externa, não podia encontrar os métodos, as técnicas de sobrevivência habituais.
Girava. Girava apenas, levada pelo vento.
Sob a tênue luz que ainda restava, podia ver seus próprios destroços alimentando a grande roda que a sugava, em vértigo.
Morrer deve ser assim.

IV – Intermissão

Acordou em uma cama de hospital.
Parada.
Assim precisava permanecer. 
Alguns tubos se encarregavam das funções básicas.
Na memória longínqua, flashes de caminhos mal traçados faziam doer, pensar em desistir de vez.
Quanto tempo mais?
E para quê?
Não tinha forças para procurar respostas.
Não encontrava motivo.


V – Fraldas e Mamadeiras
O bebê chora para expressar o que não sabe dizer. O que sente, mas não identifica.
Os adultos tentam descobrir, suprir conforme interpretam.
O bebê chora mais. Esperneia. Agita-se.
Era idêntica a sua situação pós-cirúrgica. Passados alguns dias, a família já podia levá-la para casa.
Chorava, irritada com os cuidados que evidenciavam sua incapacidade.  Esperneava, mostrando a indignação que se seguia às perguntas recorrentes: Por que eu? O que fiz para merecer isso?
Chorava mais.
Agitava-se, em vão. No tempo devido, tinha que sorver pelo canal do sangue o alimento e o antídoto.
Regurgitá-los.

VI – Primeiros Passos
Ter uma pele para sentir ajudava a experimentar o chão, onde os pedaços do mundo que conhecia se encontravam espalhados.
Os olhos focalizavam pessoas com ferimentos e deformações muito mais graves que os dela mas que, ainda assim, expressavam um ar manso, entre a resignação e a esperança. Em outras, via sua revolta interna espelhada.
Será que essa gente também fracassou em seu projeto de vida? Quais erros terão cometido? Pensava. Avaliava a si mesma.
Investigava as muitas teorias a respeito das causas dessa doença implacável: mágoa, tristeza, sentimentos de culpa.  
Ao escrever os pedidos de perdão que o nó na garganta não deixava verbalizar, começou a perdoar-se. Identificou a falha não percebida:  a arrogância de achar que não tinha limites, ou necessidades.
Muito do que fazia perdera o significado há muito tempo. 

VII – A Caminho da Luz
Pensava que já vivera tudo... No máximo mais 5 anos pela frente, calculava. E fim.
Já se vão 12, desde então! Nesse período, retornou, partiu, tornou a voltar.
Hoje, morrer e renascer são suas atividades prediletas. Aprendeu que pode fazer isso a qualquer momento.
Morrer para velhos conceitos. Nascer para o novo.
Desfazer-se das cascas, tornar-se luz.