terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Rotação da Terra é medida diretamente pela primeira vez

Conforme a Terra gira, dois feixes de laser -
que formam o anel de laser -
interferem um com o outro, registrando o movimento
com muita precisão. [Imagem: TUM/FESG]


A medição inédita foi possível graças ao anel de laser mais estável do mundo, construído dentro de um laboratório subterrâneo.


Um grupo com 

pesquisadores 

da Universidade Técnica 

de Munique, na 

Alemanha, 

tornou-se a primeira equipe do mundo a detectar mudanças no eixo da 

Terra através de medições em laboratório.

Até hoje, os cientistas somente conseguiam rastrear as mudanças no eixo 

polar indiretamente, monitorando corpos celestes"fixos" no espaço com a 

ajuda de 30 radiotelescópios.
Para fazer uma medição direta, eles construíram o anel de laser mais 

estável do mundo, dentro de um laboratório subterrâneo, e o utilizaram 

para determinar as alterações na rotação da Terra. Leia Mais


segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

INTRAS, EXTRAS E A EVOLUÇÃO DOS PLANETAS


(Trecho extraído de uma das palestras de Juan Uviedo em São Paulo em 2002).  






Janeiro 1996 - FOTO DA NASA (O Olho de Deus)
MyCn18  (Hourglass Nebula), uma Nebulosa Planetária
 localizada aproximadamente a 8,000 anos luz
Sistema Solar

A cada milhões de anos, os planetas se deslocam e vão trocando de vácuo.
SOL) – Mercúrio – Vênus – Terra - Marte – Júpiter – Saturno – Urano – Netuno –Plutão.

Nesse translado de corpos, o corpo, quando morre, deixa de girar; quando deixa de girar, perde suas partes mais leves para seus quatro abaixo.

Isso tem a ver com a quadratura do círculo, um problema mágico dos velhos tempos, quando a magia começou a crescer. A quadratura do círculo é algo importantíssimo dentro da magia: quando deixa de girar, acontece a espera e, na espera, o corpo se transforma em cubo e esse cubo será transladado até outro vácuo.

A primeira vez que esse translado ocorreu foi com Plutão. Plutão se deslocou para o vácuo de Netuno, então, os plutonianos, quando perceberam que viria o caos, cavaram e entraram dentro da pedra, então chegaram a Netuno como intraterrestres. Plutão é o pai dos intraterrestres.

Depois de milhões de anos isso aconteceu a Netuno; havia uma sociedade conservadora, que não queria perder sua pedra, mas também haviam os revolucionários, as cabeças modernas de Netuno, que inventaram naves, saíram da pedra, esperaram que Netuno fosse ao vácuo de Urano e, quando Plutão chegou ao vácuo de Netuno, desceram. Ao começar a girar, neste cubo criou-se um novo Netuno, o que nós conhecemos.

Nas imagens onde se vê a Terra cortada como uma melancia, podemos ver diferentes capas. Se cavarmos, vamos encontrar em seguida a capa que pertenceu a Marte, quando esta pedra estava no vácuo de Marte; se seguirmos cavando, vamos encontrar a capa de quando esta pedra estava no vácuo de Júpiter.

O vácuo é o que dá nome para o planeta. A pedra que cair no nosso vácuo se transformará em marrom (Terra). As pirâmides são próprias das civilizações marcianas e podem ser mais antigas. Estas pirâmides terráqueas foram construídas em cima de velhas pirâmides, no tempo em que a pedra ainda estava no vácuo de Marte.

Os intras são aqueles cujos avós são plutonianos e vieram sofrendo mutações e se transformando dentro dos vácuos; sempre estiveram dentro dos vácuos.

Os extras se moveram fora dos vácuos, eles tiveram uma atitude revolucionária, abandonaram a mãe e o pai e conservaram a hierarquia.

Nós todos aqui somos terráqueos, alguns com sementes extras e outros com sementes intras.

Quem tiver uma semente extra vai interessar também ao intra, porque os intras se interessam por quantidade. Eles precisam de gente, porque vão construir lugares, necessitam força física, porque terão que enfrentar todos os acontecimentos que irão vir sobre a Terra.

Os extras querem poucos, querem qualidade, porque em cada nave só podem resgatar 13 pessoas.

A diferença entre ser resgatado pelos extras ou pelos intras é que, se for pelos intras vamos ficar nos vácuos e vamos ver tudo; se formos resgatados pelos extras, seremos retirados e só voltaremos minutos depois de tudo terminado e nem vamos saber o que aconteceu.

Quando os extras descerem, os resgatados serão as sementes para a próxima evolução na Terra; e os intras estarão em Vênus.

Algumas mutações já podem ser vistas na natureza: bichos e insetos estranhos, plantas carnívoras. O caos total da Terra começará após o ano 2.250. Nós veremos alguma coisa. Já estamos vendo.

O Planeta Elno é o 12º planeta. Ele é como uma placenta, ou pele, que cobre o vácuo Preto, onde são gerados os planetas. Ele se comporta como uma placenta aberta que vai sugando o que precisa para se formar. Ele já sugou o que precisava de Plutão (isso começou em 1991) e neste momento (2002) ele está sugando tudo o que necessita de Netuno, por isso estamos perdendo a segurança. Em 2.250 ele vai estar em cima de nós (Terra) e aí ele vai sugar tudo o que precisar e vai engordar. Seu tamanho será várias vezes maior que o do Sol e queimará como nos filmes de ficção, desintegrando tudo com seus raios azuis.

Os terráqueos não suportarão ficar na superfície, terão que ficar dentro do solo. O planeta Elno, com a lua Quíron, dará uma volta e passará por entre Mercúrio e Vênus e então ele mandará Mercúrio para o Sol e, no momento em que no vácuo de Mercúrio não existir nenhum planeta, todos os planetas perderão o raciocínio, o canibalismo chegará ao máximo.

Ele dará a volta e os planetas mudarão de vácuo: Vênus irá para Mercúrio, nós começaremos a pensar de novo, a Terra irá para o vácuo de Vênus, Marte chegará no vácuo da Terra e, dependendo da semente, será a evolução.

Elno terminará sua volta pelo sistema carregando tudo dentro do seu ventre, e então produzirá um corpo, que será Plutão do outro lado do sistema. 

O corpo físico deste lado é produzido pela energia do outro lado, por isso, suspeitamos que exista exatamente o mesmo do outro lado do sistema – é a magia do TUDO. O que extrai de negativo deste lado vai produzir o corpo físico do outro lado. Este é o processo no qual a Cosmologia acredita e que está cada vez mais claro.

Veja transcrição de outra de suas palestras no site Cosmologia Nova Ciência

Kachina Azul - Profecia Hopi

Será que o Big-Bang criou dois universos?



Simulação realística do Universo recria evolução cósmica


domingo, 25 de dezembro de 2011

O ELO PERDIDO



Passados muitos anos, ela acordou sem qualquer argumento que justificasse o que seu coração teimava em considerar o pior ato de sua vida.

Ao ver uma cena de um pai com um menino, retornou à época em que havia deixado sua principal tarefa a cargo de outra pessoa.

Dizia agora a si própria que aquele não havia sido um ato corajoso, grandioso, humanitário! Deixar o filho ir morar com o pai havia sido um ato extremamente egoísta, equivocado!

Como encontrar agora o elo perdido?

Depois de viver sua aventura no fundo do mar, ela retornou à terra, onde buscou, mas não encontrou mais seus familiares.

Trouxera consigo uma caixa, presente dos seres abissais, com a instrução de abrir somente em caso de profundo desespero.

Ao abri-la, uma grande fumaça transformou sua face, onde apareceram sulcados todos os caminhos traçados, todos os anos que haviam passado despercebidos.

Os cabelos, sempre negros, antes sinal de vitória contra as vicissitudes humanas, finalmente branquearam.



Ao longo do ano de 2006, quando produzi o texto acima, já se aproximava o final de minha missão em São Thomé das Letras-MG,  iniciada em 1989 com a fundação da Associação Comunitária Viva Criança, retirada do plano astral pelo Mestre Juan e que vinha de encontro aos mais elevados ideais de assistencialidade que me eram possíveis na época. 

São Thomé das Letras - MG
Produto da revisão que fazia de minha trajetória nesse período, identifica meus sentimentos com os do personagem de uma história japonesa antiga, Urashima Taro (no link, vídeo em japonês), cujo final sempre me intrigou. 

A moral da história, como interpretava, é que ele perdeu tempo precioso aventurando-se a viver uma vida diversa àquela socialmente aceita, que seria permanecer na terra natal, em dedicação total à família. Foi como me passaram. De onde eu traduzia: não ir para além mar, como fizeram meus ancestrais, não afastar-se, como eu, buscando estrelas.

Mas, revendo, consultando fontes, uma delas gentilmente traduzida pela Flavita do Livro em francês, descobri a mensagem que havia passado despercebida: 

"... se somente tivesse agido como lhe haviam aconselhado, poderia ter vivido mil anos... Não amarías ir ver o palácio do dragão, além do vazío, onde o deus do mar vive e governa como um rei os dragões, as tartarugas e os peixes? Onde as árvores têm esmeraldas por folhas e rubís por frutos, onde o rabo dos peixes são de prata e o rabo dos dragões são de ouro?"

O conselho foi para aguentar-se, enfrentar, não entrar em desespero pelo que perdeu, não abrir a caixa! 



clique na foto para ampliar
Abri a caixa do desespero, experimentando um tempo de trevas, acometida por profunda tristeza, acompanhada da sensação de ter perdido o caminho. 

Precisava buscar o elo perdido, retornar ao ponto de partida. Talvez ainda demore mil anos para ter uma nova oportunidade de rever o palácio do dragão.

"Do pó vieste e ao pó retornarás."    Gênesis, 3:19
Se do mar eu vim... retornarei a ele?

  



sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

PARTÍCULA DE DEUS?

Ilustração artística de uma das possibilidades do decaimento do bóson de Higgs,
que deve ser detectado pelos "sup-produtos" que ele gera depois de decair. [Imagem: CERN]


LHC não confirma nem descarta existência do Bóson de Higgs: Tudo ficou adiado para 2012, quando os cientistas terão mais dados para aferir se o pico que apareceu no gráfico é uma flutuação aleatória ou a tão procurada Partícula de Deus.








UM OUTRO OLHAR...





INTRA ou EXTRA?


A primeira vez que ouvi essas palavras deve ter sido na infância, através de seriados de ficção da TV.

Bem mais tarde, chegaram à vida, supostamente real, através do Mestre Juan, que falava ao meu coração sobre planetas distantes e habitantes do centro da terra.

Alertava sobre o futuro com afirmações que encontravam base nos muitos ditos da antiguidade.


Nos tempos que virão, haverá dois sóis, um muito quente e outro muito frio, e não será possível viver na superfície. Como já ocorreu na história desta pedra, os homens sofrerão transformações físicas, adaptando-se à vida intraterrestre. Retornarão à  forma reptílica.

Segundo ele, os extras serão resgatados através de naves (já estão sendo, gradativamente, resgatados). Confira uma das palestras de Juan Uviedo sobre o assunto.

Fazia sentido para mim, embora soasse fictício. Apesar do sonho, quase acordada, com seres que traziam mensagens, preferia deixar essa teoria em suspenso, para posterior análise. Chegaram com a violência de um jato, em um veiculo brilhante-esbranquiçado e instalaram uma espécie de terminal. Disseram: "...Os da novela estão errados; não descendemos dos macacos"... e nomearam várias espécies, estranhas para mim. Assustada, saí da barraca onde dormia,  olhei para cima e vi intensa luz no topo da Montanha. Seria a lua?

Não me fixava nos pormenores desse assunto, pois interessava-me realizar meu projeto existencial, que vislumbrava, agora que se abria a possibilidade de criar uma associação para atender crianças carentes: Associação Comunitária Viva Criança. Os estudos de astrologia e filosofia oriental apontavam para um serviço dedicado à humanidade. Permanecer no egoísmo seria ficar sentada sobre a própria cauda. Dentro da minha interpretação, precisava ampliar minha assistencialidade para uma dimensão além da família. 

Hoje, percebo melhor as armadilhas do ego neste tema. O que devia aprofundar e transformar era minha noção de carência, minha forma de julgamento sobre as diferenças entre as pessoas.

Na época, a prioridade era cuidar das crianças, aplicar minhas habilidades, melhorar a vida na Cidade pela qual me apaixonara. Funcionando como pano de fundo, porém, a ideia em segundo plano imprimia grandiosidade ao nosso já grandioso projeto.

Serei intra ou extra?
Será que serei digna de ser resgatada ao espaço, ou irei me transformar num lagarto?

Fazer cálculos sobre os movimentos estelares, observar o céu com frequência, tentando viver dignamente sob ele me fazia sentir mais extra, coisa que me parecia mais apreciável.

Por trás dessa simples dúvida, os preconceitos de todas as eras me acompanhavam, incólumes. Havia, então, formas de identificar, de diferenciar, de classificar, de discriminar. Trazia dentro de mim o que tentava combater.

Senti que essa questão me fazia retornar a um portal misterioso, ainda intransponível, para o encontro com minha concordância íntima.

Abre-te Sésamo! A vibração da caverna se abrindo ao som desse conjunto de palavras sempre ressoou dentro de mim.

Qual seria o código agora? Já perdera a esperança de encontrar o que não tinha certeza se existia.

Recentemente, através da Conscienciologia, descobri que, além do portal, existe um código com o qual me identifico. Um Código que venho desenvolvendo desde e através da minha ancestralidade, ou muitas existências.

Paralelamente a essa descoberta, aproximei-me de uma definição sobre Intras e Extras mais facilmente identificável para mim, ampliando minha compreensão sobre os fenômenos parapsíquicos.

Intras: Nós, que temos um corpo físico, aqui neste planeta, somos intras - INTRAFÍSICOS.

Extras: Aqueles que deixaram o corpo físico, ocupam outras dimensões e são os extras - EXTRAFÍSICOS.

Intras e Extras convivem dentro do processo de aprimoramento que se expande em múltiplas dimensões, aprendendo uns com os outros.

Mas sei que isso é apenas parte de toda a história.




terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Confirmado planeta extrassolar na zona habitável

    
      Astrônomos da NASA confirmaram a existência de um exoplaneta com características similares à da Terra, em uma "zona habitável", girando em torno de uma estrela ainda desconhecida. A temperatura média da superfície do planeta extrassolar foi calculada pelos cientistas em 22º C. Leia mais.

Apesar de estar mais próximo da estrela, esta emite cerca de 25% menos luz em comparação ao Sol, o que permite ao Kleper 22-b manter sua temperatura em um patamar compatível com existência de água líquida, ainda não confirmada. [Imagem: NASA]