sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Brasileiros encontram irmã gêmea mais velha do Sol

Esta imagem segue a vida de uma estrela parecida ao Sol, desde o seu nascimento, à esquerda da figura, ao longo da sua evolução até chegar a uma gigante vermelha, à direita. Esta imagem é meramente ilustrativa; as idades, tamanhos e cores são aproximadas (não estão em escala). Na fase de protoestrela (situada no lado esquerdo da imagem) o objeto pode ser cerca de 2000 vezes maior que o Sol, enquanto na fase de gigante vermelha (no lado direito da imagem) a estrela pode ser algumas centenas de vezes maior que o Sol.[Imagem: ESO/M. Kornmesser]

Batize uma estrela
Uma equipe internacional, liderada por astrônomos brasileiros, utilizou o telescópio VLT, no Chile, para identificar e estudar a estrela gêmea do Sol mais velha conhecida até agora.
Situada a 250 anos-luz de distância da Terra, a estrela HIP 102152 é mais parecida com o Sol do que qualquer outra do mesmo tipo - tirando o fato de ser cerca de quatro bilhões de anos mais velha.
Mais velha, mas quase idêntica, esta gêmea do Sol traz a possibilidade de ver como será a
nossa estrela quando envelhecer.
Esta imagem mostra a gêmea solar HIP 102152, uma estrela situada a 250 anos-luz de distância da Terra na constelação do Capricórnio. [Imagem: ESO/DSS2/Davide De Martin]


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SITE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Brasileiros encontram irmã gêmea mais velha do Sol. 29/08/2013. Online. Disponível em www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=estrela-gemea-do-sol. Capturado em 30/08/2013. 

domingo, 18 de agosto de 2013

SACRO OFÍCIO


O sentido que se apreende de uma palavra passa a determinar ações por grande parte da vida — veio-lhe à mente, de impacto, ao reler o Sermão da Montanha.

Sua ideia de sacrifício, gravado como o maior deles, é ser cravado numa cruz com longos pregos enferrujados, a coroa de espinhos a penetrar na testa, a seiva rubra a escorrer por todo o corpo.

Também sublime é o dos pais, que trabalham pelo sustento dos filhos, suando em bicas, sem se importar com o cansaço. Padecer no paraíso, oferecer alimentos ou vidas para aplacar a ira dos deuses... na missa, comer o corpo e  beber o sangue.


Viver dignamente é preencher os vácuos daqueles que morreram, cumprir o papel dentro do grupo, atendendo expectativas. Fazer jus a esses atos tão valorizados, repetir, como em videoteipe  as cenas quotidianas. Sacrificar-se. Há coisas que se entende, mas não se compreende, dizem, resignados ou ansiosos. 


Uma dor física no centro do peito confronta-se a pontos de interrogação no cérebro. Alguma luz dentro dela sinaliza que existem lacunas, dissonâncias que impossibilitam completar a travessia em harmonia. A rebeldia sem causa que a acompanha incita a buscar a compreensão do incompreensível. Buscar uma causa, talvez.


Repassando em flashes as experiências vividas, lidas, assistidas, começa a perceber sob nova forma as interações.  Dentro das convenções, à medida em que se pratica as melhores qualidades, estas passam a ser aspectos já esperados e exigidos, acabando por escravizar.


No desenrolar das histórias,  dar espontaneamente o melhor de si é parte de um contrato, um papel, um acordo qualquer. As convenções prevalecem sobre as necessidades humanas, sobre as qualidades essenciais como liberdade, prazer, amor. A ordem das caixas é mais importante que seu conteúdo. O compartilhar transforma-se num jogo de interesses.


Pergunta a si mesma: — A partir de quando abdiquei de mim?


Os compartimentos preenchidos da razão abrem-se, pouco a pouco, passando a desenvolver um diálogo com seu coração. Permitem que desabafe, expondo situações e posturas que o apertam, outras que o deixam mais quente, ou mais leve, ou fazem-no saltitar. 

Juntos, cabeça e coração, lembram que sacrifício deriva de sacro-ofício. Realizar o que é sagrado. No caso de Jesus, é a palavra, são os ensinamentos o sacro-ofício. Para realiza-lo, suplantou a vida física. As dores não o desviaram do objetivo maior a que veio.


Num lampejo, ela se dá conta de que, por muito tempo, ofereceu o sacrifício de forma equivocada, confundindo o objetivo com o espetáculo.

  
Desta vez, porém, não se castiga. Não dispor de total clareza é condição de seu estado atual. Faz parte do aprendizado, convida a experimentar com o corpo as coisas do mundo. 

Continuando a conversa interna, surpreende-se com as notas que produz. Números naturais, racionais e irracionais se distorcem em letras, linguagens, expandem-se em mínimas, semibreves, colcheias, alternando figuras de som e silêncio.

Ela dança, executa o sacro ofício.



sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Pólos magnéticos do Sol estão prestes a inverter

A inversão de polaridade magnética do Sol é um fenômeno natural que ocorre a cada 11 anos,
seguindo os ciclos solares.[Imagem: NASA]

Segundo medições de observatórios da NASA, o campo magnético do Sol está prestes a inverter.
Inversão periódica
Algo realmente marcante está prestes a acontecer no Sol.
Segundo medições de observatórios da NASA, o campo magnético do Sol está prestes a inverter.
"Parece que estamos há não mais do que três a quatro meses de uma inversão de campo completa," disse o físico solar Todd Hoeksema, da Universidade de Stanford. "Esta mudança terá um efeito cascata em todo o Sistema Solar."
O campo magnético do Sol muda de polaridade aproximadamente a cada 11 anos, sempre no pico de cada ciclo solar.
A próxima reversão irá marcar o ponto médio do ciclo solar 24 - metade do "máximo solar" já terá passado, e vamos nos encaminhando para a metade final.
Isso significa que o atual "máximo solar" será na verdade bem "mínimo" - um dos mais fracos nos últimos 100 anos.
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SITE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Pólos magnéticos do Sol estão prestes a inverter. 07/08/2013. Online. Disponível em www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=polos-magneticos-sol-vao-inverter. Capturado em 09/08/2013.


quinta-feira, 8 de agosto de 2013

ORIGENS


"Antes de eu vir a esta terra, eu era o mesmo. Como uma menina, eu era o mesmo. Eu cresci em feminilidade, mas eu ainda era o mesmo. E, mesmo agora, eu sou o mesmo. Embora a dança da criação nunca mude em torno de mim no corredor da eternidade, eu serei o mesmo."
- Sri Anandamayi Ma (1896-1982), mística Bengali 

Quando postei este texto pela primeira vez, em abril de 2012, ele surgia como uma resposta para questões conflituosas dentro e fora de mim, pressionada pela necessidade de me colocar frente a assuntos de certa forma apartados em algum momento da vida.

Polêmicas e numerosas são as discussões sobre as bases e as origens das coisas, tais como entre Astrologia e Astronomia, o começo do universo, as origens dos povos.

Buscando as raízes, inclusive as que me ligam ao estudo da Cosmologia Energética, encontro a Astrologia, da qual pouco havia falado, talvez por covardia, ou cansaço de ouvir tantas e injustas críticas.

Mantenho, aqui, meu pedido de perdão aos cientistas de plantão que porventura acessem este site e lanço mão da minha força interna para corrigir o lapso, reafirmando: o que me interessa, é a minha própria experiência. O meu ser interior. O que me é precioso, os ensinamentos que trouxeram as experiências dos demais. Meu objetivo, compartilhar minha vivência.

Por isso, me acoplo à premissa de que não se deve crer em nada. E convido os visitantes deste espaço a que não creiam em nada. Que façam suas experiências e comprovem por si mesmos. Afinal, não é assim que funciona a ciência?

No meu mapa Astrológico, Saturno e Netuno estão em conjunção, no signo de Libra, na casa 4.

Uma união de peso no início. Representando Saturno, o Rosa, características de gente trabalhadora, ciente de suas obrigações neste planeta, mas também ligada ao prazer físico. Ao lado, o grande regente Prata, Netuno, trazendo os mistérios da imensidão: espiritualidade, traduzem alguns, nebulosidade, confusão, traduzem outros.

Pude identificar nos meus pais essas tendências, coexistindo em ambos, sem grandes interações.

Assim como em mim. 

Na auto investigação, tem sido fácil descobrir a história da parte materna, a qual, ainda que repleta de grandes mudanças, preserva vestígios de sua existência.  Família de guerreiros e governantes, de vencedores e perdedores. Na época feudal do Japão, até onde cheguei, as posições sociais não eram sólidas, sujeitas aos resultados das frequentes e sangrentas batalhas. Tampouco os sobrenomes, que nem sempre seguiam a linhagem paterna. Mas conheço todos.

Daqui, concluo porque o ostracismo é um sentimento comum. De igual forma, a soberba e o perfeccionismo, itens essenciais para sobreviver, para se sobrepor.

Da parte de meu pai, parece tudo mais hermético e indefinível quando retrocedo no tempo além das relações vivenciadas com meus avós. Não encontro familiares que possam ampliar o que já conheço, fazendo parecer que tudo está dentro do politicamente correto, ou não.

Minha intuição e estudos do que está oculto começam a revelar alguns pontos. Vejo neste lado o meu espírito selvagem. Soube que a raça japonesa não é geneticamente pura como se acreditava, descendente dos deuses. Há pelo menos a mistura entre dois povos: os IAIOI, de rosto fino e comprido, imberbes, olhos mais oblíquos, mais intelectuais e administrativos, e os AINU, de rosto mais arredondado, olhos maiores, tez amorenada, e mais peludos, como cabe ao povo da floresta.

Como nômades, atravessaram o mundo, de onde pressinto a razão de estar aqui, neste lugar.  Me identifico com O-Chikara (A Grande Força). Intuo a razão das memórias de lugares diversos.

São enigmáticas as malhas de Netuno, mas me deixo guiar, isenta das amarras daquilo que considero racional.


Povo Ainu, Índios do Japão


Samurais



terça-feira, 6 de agosto de 2013

Físicos fazem caminho matemático das partículas ao Universo

No mundo real, relativístico e quântico funcionam conjuntamente sem traumas.
O problema é que ainda não entendemos como essa transição se dá.[Imagem: M.C. Escher/Wikipedia]

Finalmente foi demonstrada uma possibilidade de se encontrar uma compatibilidade entre a mecânica quântica e a relatividade geral.Como nas gravuras de M.C. Escher, em que as coisas se fundem de forma suave, o mundo é simultaneamente relativístico, clássico e quântico, dependendo das dimensões que consideremos.
O problema é que a ciência ainda não sabe descrever essa transição, e o quadro da nossa concepção filosófica da realidade é uma pintura longe de ser terminada.
Mas um vislumbre de como misturar as tintas e mover os pincéis para terminar esse quadro acaba de ser obtido de forma surpreendente por Steffen Gielen (Universidade de Hannover, Alemanha), Daniele Oriti (Instituto Perímetro, Canadá) e Lorenzo Sindoni (Instituto Max Planck, Alemanha).
O trio partiu de equações da mecânica quântica e chegou a uma equação cosmológica, desenvolvida há quase um século, que descreve o tipo de universo mais fundamental, um universo vazio, onde as coisas ainda estão por ser criadas





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SITE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Físicos fazem caminho matemático das partículas ao Universo. 05/08/2013. Online. Disponível emwww.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=fisicos-alcancam-cosmologia-pela-gravidade-quantica. Capturado em 06/08/2013. 



sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Espaço-tempo não é o mesmo para todos

Neste modelo, o espaço-tempo clássico - esse em que vivemos - é criado pela interação da matéria com a gravidade quântica, de forma semelhante a que a estrutura atômica do gelo se forma a partir da água.[Imagem: Faculty of Physics/University of Warsaw]
Antes do Big Bang, o espaço-tempo como nós o conhecemos não existia.
Então, como ele nasceu?
O processo de criação do espaço-tempo que conhecemos a partir de um estado anterior, dominado pela gravidade quântica, tem sido estudado há anos por teóricos do mundo todo.
Agora, novas análises feitas por físicos da Universidade de Varsóvia, na Polônia, sugerem uma conclusão surpreendente: nem todas as partículas elementares estão sujeitas ao mesmo espaço-tempo.
...
Esta teoria assume que o espaço-tempo é estruturalmente bastante semelhante a um tecido, sendo constituído por um grande número de pequenas fibras emaranhadas em anéis. Uma área de um centímetro quadrado pode conter um milhão de trilhões de trilhões de trilhões de trilhões de trilhões (1066) dessas fibras.


Outra discussão relacionada a esta é se o próprio tempo é real ou é uma ilusão. [Imagem: FQXi]
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SITE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Espaço-tempo não é o mesmo para todos. 31/07/2013. Online. Disponível em www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=espaco-tempo-nao-mesmo-todos. Capturado em 02/08/2013.