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Cosmologia é o universo de conhecimento, disponível para cada ser que busca compreender os mistérios da vida. De onde viemos? Por que? Para que? Perguntas que nos fazem volver os olhos para o céu e contemplar os ensinamentos dos nossos antepassados. E, ainda, temos a dádiva de poder experimentar, encontrar o verdadeiro sentido da existência por nós mesmos, através das nossas próprias vivências.

Sobre este espaço:

Compartilho aqui conhecimentos de Cosmologia Energética, pensamentos, sentimentos e experiências decorrentes de minha autopesquisa e meu caminhar pela vida.

Investigo a hipótese de que, ao expressá-los a você e a mim mesma, provoco uma dinamização dos elementos os quais, estagnados no modo de ver humano, representam passado, presente e futuro.

Colocando-os em conexões diversas, interagindo com outras consciências, outros corações, podem fluir dentro do movimento cósmico nas multidimensões, rumo ao absoluto.


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sexta-feira, 17 de agosto de 2012

CÓDIGO PESSOAL DE ASSISTÊNCIA


A Conscienciologia sustenta que neologismos constituem desafios para o cérebro criar novas sinapses frente a temas carregados de valores condicionados ao longo dos tempos.

Penso que a palavra Assistência deveria entrar para este rol. Num primeiro movimento, em meu interior, soa como um fardo, trazendo memórias de ideais desesperadamente perseguidos, incompreensões, ilusões, soberba.

Penetra em questões metafísicas que me invadem desde sempre: O universo é perfeito? Até que ponto a interferência é válida, ou necessária? O que observo corresponde à realidade?

Cientistas, filósofos, pesquisadores, têm estudado sobre a existência de um mecanismo  interno de compensação nos organismos biológicos, uma forma  de ajuste para manter a estabilidade, a fim de equilibrar as funções quando desviadas do estado natural. Hipócrates (460-377 a.C), Claude Bernard (1813-1878), Walter Cannon (1871-1945) e outros.


Traçando um paralelo entre estudos sobre os organismos biológicos e sobre os corpos psíquico (psicossoma) e  mental (mentalssoma), cientistas contemporâneos têm verificado que estes últimos também produzem ajustes para responder a efeitos oriundos de manifestações do meio ambiente que coloquem em risco ou desafiem a integridade do ego, tais como  mecanismos de defesa, de decisão, de diagnóstico. Veja mais em Faxina no Cérebro

Pesquisadores brasileiros desenvolveram programas geradores de solução, que chamam de Árvores de Decisão, inspirados nos sistemas da natureza em um projeto premiado nos Estados Unidos no maior evento de Computação Evolutiva (técnicas bioinspiradas para solucionar problemas computacionais).

A Cosmologia Energética, cujo objeto é o corpo energético,  tenta traduzir os movimentos naturais do universo, baseada na sabedoria dos povos da antiguidade, intra e extra-terrestres.

Nos diversos campos de estudo, deparo-me com graus, modulações, limites dentro de perguntas essenciais, assim como toda a gama de cores possíveis, as que alcanço e as que sequer imagino. Às perguntas que faço, seguem-se respostas pessoais, fundamentadas na minha memória genética, psíquica, mental e energética, formando um padrão que se mostra fixo por determinada fração de tempo.

É este o meu CPPA: meu Código Pessoal de Possibilidades Assistenciais, o código para o meu equilíbrio interno. Obedece a um padrão, sendo, porém, dinâmico, tanto quanto possível para meu limitado corpo intrafísico, a fim de acompanhar as constantes mutações. Aqui, a Assistencialidade começa a despir-se dos padrões de outras consciências. Começo a ocupar o meu lugar próprio, único, neste TUDO, à medida que o transformo numa postura com relação ao espaço que ocupo. Em escala diversa, imito as lagartas, as árvores, outras formas de vida. 

Ainda é nova para mim esta abordagem. Assistencialidade era o meu trabalho remunerado, meu ganha-pão. Para isso, deveria servir a alguém, a alguma causa. Mostrar serviço. Resultado? O pão. A razão da minha existência chegou a perder-se neste círculo vicioso.

Ter uma postura assistencial, segundo me aclararam os mestres da Conscienciologia, falando na linguagem do meu coração, é gerar novos atributos lúcidos, em substituição a pensamentos, sentimentos e ações destrutivos, resíduos que não se encaixam no meu código de assistência.

É abrir-me ao amálgama do amor, que propicia a preservação da integridade do espírito, é unir-me ao fluxo assistencial do universo.


sexta-feira, 3 de agosto de 2012

SONHOS LÚCIDOS CONSCIENTES



As diferenças cerebrais entre os sonhadores comuns e os sonhadores lúcidos são bem marcantes, mas duram poucos segundos.

Sonhos conscientes


A busca pela sede da consciência no cérebro tem iludido cientistas há décadas.

O que se percebe é que, durante a vigília, estamos sempre conscientes de nós mesmos.
Durante o sono, ao contrário, não temos essa autopercepção.
Mas há um grupo de indivíduos, conhecidos como sonhadores lúcidos, que conseguem perceber que estão sonhando, e inclusive interferir nesses sonhos.
Agora, os cientistas usaram imagens de ressonância magnética para descobrir o que acontece no cérebro dessas pessoas, em comparação com as demais, que sonham apenas o que seu inconsciente parece querer.

Leia mais em Visão 3x4

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

ASSISTENCIALIDADE REVISTA


Quando a célula é iluminada com uma tênue luz azul,
passa a emitir luz laser verde direcionada. 

SIMESP - Comunicação

A caneta, como se subitamente recebesse uma rajada de energia, precipitou-se ao chão.
O exercício era descreve-la segundo a percepção de cada um. Alguns agregaram valor, significado, falando de suas funções. A maioria, porém, como eu, deteve-se a observar as características físicas do objeto.

Ninguém, entretanto, havia percebido a conexão da caneta consigo mesmo e com o universo.

Tratava-se de um aperitivo à quebra de paradigmas, ao rompimento, ainda que efêmero, com a dualidade da mente.

Células Nervosas
A semente plantada em meu cérebro, naquela tarde de imersão na Assipec, encontrou um  solo remexido, aerado por mãos indígenas que recobraram a memória após vidas de esquecimento. Sim, as mãos.

Sob o aspecto rústico resultante das vicissitudes da vida terrestre, pulsa a qualidade inerente, própria desta consciência: habilidade.

A exteriorização das raízes tem início, coincidindo com um momento de resgate da história familiar, de balanço de valores, de conscientização de aspectos obscuros do meu comportamento.

Para mim, assistência era um passo na direção do divino, mas ainda me acompanhavam antigas crenças de como seria esse caminhar. Cuidar da minha família, das minhas coisas, era uma atitude egoísta, pequena. Ser merecedora de apreço, ser grande, exigia doação, renúncia, solidariedade

Esse paradigma fez com que eu rompesse com minha vida burguesa quase feliz e buscasse dar assistência aos menos favorecidos. Fui feliz, até que me tornei novamente quase feliz e quase burguesa. Também o assistencialismo acabou por tornar-se um fardo, gerando grave enfermidade.

Os sinais de que perdera o caminho eram nítidos. Havia algo errado, intimamente, eu sabia. Retornei ao ponto de partida para descobrir.

O que é assistencialidade? Há muito o que aprender ainda sobre ela. Enquanto prevalecem os velhos paradigmas, se permanecemos invadidos pela culpa, irmã da soberba, ou qualquer outro sentimento de ser privilegiado, convivendo com incapazes e desvalidos, é o mesmo que abrir apenas um dos olhos, ou andar com um só pé (refiro-me ao espírito, que não tem olhos, ou pés).

Os  novos dados e questões a serem trabalhados:

1. Os pensamentos, sentimentos e o corpo físico são apenas resíduos, subprodutos da consciência. Poderá, então ser mudado o que consideramos real? É real, ou nada mais que ilusão criada pela nossa ignorância?

2. As células demonstram que a assistencialidade é um mecanismo natural. Através de um processo de homeostase interna, elas assistem a si mesmas, promovendo o equilíbrio. Indícios de que somos perfeitos?

3. Cada pessoa tem um código único de assistência, que deve resgatar da memória de suas próprias células. E, diferente de assistencialismo, onde se sacrifica algo de si para dar ao outro, quanto mais se doa, mais se enriquece de energia. Para muitos, essa doação se potencializa se for realizada de forma anônima, universalista, sem rótulos de qualquer espécie. Como será a que corresponde ao meu Código Pessoal? Aquela que poderá colocar em equilíbrio todo o meu ser?

Repetindo aqui o princípio máximo da Conscienciologia, não acredito em nada. Meu cérebro precisa refletir,  comparar, experimentar, ampliar. 

O calor da luz atingindo meu corpo foi real?

Só o meu coração pode responder, neste momento.


Mandala da Luz da Consciência

Amplie conferindo as palestras da Assipec nos links abaixo:

Amplie pesquisando, experimentando por si próprio.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

AUTODESAFIOS DO APRENDIZ EVOLUTIVO



Somos SEMPERAPRENDENTES... 

Na Conscienciologia, os neologismos funcionam como uma sinalética para o cérebro: NÃO, NÃO É PELO CAMINHO VELHO! CONSTRUA NOVA SINAPSE! Cabe aqui citar um dos princípios básicos dessa neociência: Não acredite em nada, nem no que é dito nesta postagem. Vivencie e tire suas próprias conclusões.

Semperaprendentes... Essa é a nova palavra para eternos aprendizes, interdependentes de multidimensões e multiexistências. 

Aprendemos por partes e demoramos muitas vidas para abrir os sentidos e a mente para compreender, captar o funcionamento dessa tríade que encontramos em cada ação, em cada aspecto da vida: 
- O educador intrafísico, aquele que está num corpo físico e ensina; 
- O educador extrafísico, aquela consciência que já deixou o corpo físico, mas que continua viva; 
- O semperaprendente, o aprendiz. 

Através da união dessas três entidades, forma-se um campo propício ao aprendizado, chamado PARAPEDAGÓGICO. 

Se esse encontro será benéfico, maléfico, ou simplesmente estagnante, irá depender do grau de consciência do nosso elo com o universo. 

Adormecidos, acomodados, conforme convém a alguns, permanecemos à deriva, inebriados por prazeres efêmeros. Campo propício a assediadores, vampiros energéticos.

Por outro lado, através de uma pesquisa sincera e minuciosa de nossa história e para-história (das outras consciências envolvidas), bem como participando de forma dinâmica de teáticas (teorias e práticas) é possível nos reconciliarmos com a qualidade natural de buscar o equilíbrio, de assistir a nós mesmos e aos outros, reencontrando o caminho da evolução. Campo propício a amparadores.

Saibamos ou não, os fenômenos ocorrem. Resta decidir, após o lampejo de lucidez, se continuamos na pseudo-ignorância (porque, no fundo, sabemos), à mercê dos acontecimentos, ou se utilizamos nossa vontade férrea para assumir o autodomínio emocional, a autodefesa energética, o parapsiquismo inerente.


Agradecimentos ao Prof. Walter de Almeida, por sua palestra esclarecedora na Assipec, no dia 08/11/2011, sobre Autodesafios do Aprendiz Evolutivo, da qual surgiu esta partilha.






quinta-feira, 3 de novembro de 2011

PROGRAMAÇÃO EXISTENCIAL



Quando somos acometidos por uma sensação de vazio, de insatisfação íntima, algo dentro de nós está sinalizando que, de alguma forma, perdemos o caminho. Essa sensação é típica do estado de ectopia consciencial, ou seja, estar fora da programação existencial. 

Na dimensão extrafísica*, livres do corpo físico, traçamos um planejamento para a nossa vivência no planeta Terra, onde é dada a oportunidade de encontrar diferentes consciências, independente dos padrões de pensamento. Ao chegar a este laboratório, porém, vibrando numa frequência mais densa, sofremos um restringimento da lucidez, com perda de memória total ou parcial.

Através do trabalho de autopesquisa e desenvolvimento do autodomínio bioenergético, é possível recobrar essas memórias. Geralmente, o impulso nessa direção ocorre a partir de alguma crise, ou situação inusitada, diante da qual mudanças e reposicionamento são exigidos. Existem também relatos de pessoas que carregam a convicção de sua tarefa por toda a vida, bem como de outras que reencontram sua programação lançando-se a alguma atividade, despretensiosamente.

Cedo ou tarde, iremos nos deparar com o processo de evolução natural. Retardar esse movimento poderá causar enfermidades e uma série de dissabores até que despertemos para nossa condição de seres multidimensionais. 

Algumas perguntas podem auxiliar na autopesquisa e na rememoração da programação existencial:
  1. Sou uma pessoa feliz na minha profissão, no meu relacionamento afetivo e social?
  2. Sinto que tenho algo a realizar e que ainda não fiz?
  3. Apesar de ser bem sucedido e de ter saúde, sinto-me melancólico e muitas vezes me pego relembrando tempos passados (bons tempos aqueles...)
  4. Se voltar no tempo, quando criança, o que mais marcou minhas preferências nessa época?
  5. Faça uma lista de tudo o que recebeu até hoje: por exemplo, família, estudo, condições financeiras,inteligência, amigos, trabalho. O que retornou para a humanidade?
  6. Qual o meu traço de personalidade melhor?
  7. Qual o meu traço de personalidade mais difícil? 
De posse desse mosaico da vida, é útil ainda saber:

   Tipos de Programação Existencial (diferentes estágios):
- Egocármica - mais pessoal, trabalho com os traços que prejudicaram programações anteriores;
- Grupocármica - voltada para o grupo nuclear mais próximo - família, colegas;
- Policármica - objetiva assistência a grande número de pessoas, em prol da comunidade, isenta de remuneração;
- Técnica - com curso intermissivo (durante a vida extrafísica*);
- Instintiva - sem curso intermissivo.

   Diretrizes da Programação (como ela é):
- é adaptável, podendo sofrer mudanças de curso;
- é assistencial - precisa ser útil a si e aos outros;
- é compatível com o estágio evolutivo de cada um;
- é cosmoética - respeita um código de ética recebido através dos tempos;
- é egocármica - constitui sempre um trabalho consigo mesmo;
- é única, pessoal, mas interdependente do grupo;
- é exequível - possível realizar;
- é intransferível;
- tem apoio extrafísico* (de consciências de outras dimensões).

   Impedimentos (o que atrapalha o processo):
- autocorrupção - vitimização, pseudo-vantagens;
- "murismo" - querer agradar a todos, ficar neutro o tempo todo;
- mesologia - influências do meio (intra e extrafísico*), companhias ociosas,  
   sociedade patológica pela inversão de valores;
- neofobia - medo do novo;
- porão consciencial - imaturidade, intolerância, vícios;
- perfeccionismo - permanecer na teoria;
- sociosidade - muitos compromissos sociais, nunca tem tempo;
- deseducação consciencial - desorganização.


Embora possa parecer complicado e trabalhoso, trata-se de resgatar a lembrança do que nós próprios programamos para sermos completos, unos com o universo. Para atingirmos o completismo existencial.

* - intrafísico: dentro do corpo físico; extrafísico: pós dessoma (morte física).

Resumo da Palestra Pública da Assipec - Associação Internacional de Pesquisas da Conscienciologia em 25/10/2011 - Palestrante: Virgínia Sibon


Confira também palestra de Virgínia Sibon 
sobre Proexiologia (Estudo da Programação Existencial)





quarta-feira, 2 de março de 2011

INTOXICAÇÕES ENERGÉTICAS E SUAS CONSEQUÊNCIAS NA SAÚDE


"As pessoas prejudicam vibracionalmente as outras quando estão infelizes. E ajudam, quando estão felizes."


"A autorremissão das intoxicações energéticas (campos vibracionais densos), requer a participação granítica, férrea, da vontade decidida e poderosa da consciência."


Com extrema clareza e simplicidade, o professor Walter conduziu-nos através do complexo mundo da saúde mental, emocional, energética e física, na palestra proferida na Assipec em fevereiro/2011.

Pelo impacto produzido em mim, necessito compartilhar os pontos principais, disponíveis na extensa bibliografia e nos diversos cursos da Conscienciologia, a quem quiser aprofundar esse conhecimento e tirar suas próprias conclusões.

O conjunto de pensamentos e sentimentos exteriorizados pelo indivíduo através da consciência caracteriza a base de seu comportamento, retratando a forma como vê e se relaciona consigo mesmo e o mundo. Tudo no universo vibra e produz um campo vibracional específico, cuja intensidade depende da qualidade da energia emanada. 

SUTIL ou DENSO?

Podemos diferenciar facilmente. SUTIL: leve, movimenta, se expande, eleva, espelha. DENSO: pesado, desce, deposita, imobiliza.

Os efeitos podem ser sentidos tanto pela pessoa que emana, quanto pelos que a cercam, pois, a todo momento, estamos interagindo energéticamente uns com os outros, com os objetos, com os ambientes que frequentamos.

Quando a energia é densa, tende à somatização, à intoxicação, depositando-se nos órgãos que vibram de forma similar à energia emitida, gerando um estado agudo, ou crônico. Por exemplo, raiva, irá se instalar no fígado; mágoas, no coração.


Como saber se nossa energia está densa? 
  • Autodiagnóstico: indisposição frequente; desânimo; minidoenças; desmotivação; idéia fixa.
  • Causas possíveis: procedência extrafísica (energias que nos acompanham); ignorância; desafeição; autocorrupção.
  • Mecanismos desencadeadores: assimilação sem desassimilação (captar energias e não saber como lidar); bagulhos energéticos (objetos que emanam energia densa); devaneios; emoções; drogas; evocações (maledicência, conversas de cunho negativo); internet (sites de conteúdo denso); interprisões; irreconciliação; sedentarismo; introversão; ocupação (tipo de trabalho que contraria regras interiores); repreensões (engolir sapos para tentar corresponder a expectativas próprias ou dos outros), pseudoganhos (contrariar princípios éticos para atingir um objetivo).

O que fazer? 
Ou: autoenfrentamento e autosuperação:
  • Reeducação de hábitos: 1. Assistência (postura de ajuda ao próximo); 2. conscientização; 3. desassimilação (escapar dos campos vibracionais estagnadores); 4. instalar campo vibracional máximo (praticar técnicas de limpeza e ativação energética); 5. limpeza dos bagulhos energéticos; 6. Internet (selecionar por onde navega); 7. laborterapia (parar de devanear e dedicar-se a algum trabalho prático, ou hobby); 8. lazer; 9. posicionamento (sair de cima do muro); 10. mudança de profissão, ou ocupação; 11. reconciliação; 12. assumir a tarefa energética pessoal; 13. reciclagem de consciência; 14. técnica de qualificação da intencionalidade (por que, para que, para quem).

Tema: Consequências das Intoxicações Energéticas na Saúde Mental, Emocional, Energética e  Física.
Palestrante: Prof. Dr. Walter P.P. de Almeida, médico com especialização em Homeopatia, graduado em Química e Matemática, conscienciólogo e voluntário da Assipec (www.assipec.org).


Amplie esse conhecimento:


Veja no vídeo palestra do Prof. Walter de Almeida sobre 
Doenças como Desequilíbrio Holossomático


Vulnerabilidade ou Blindagem? 
Adendo após palestra em agosto/2011 sobre o mesmo tema.
Palestrante: Rita Crajoinas, pesquisadora da Conscienciologia e voluntária da Assipec. 

Por que sentimos uma baixa de energia em contato com alguns ambientes, pessoas, ou situações? Ou, ao contrário, nos sentimos revitalizados? 

As informações que entram e saem o tempo todo, as diferentes frequências vibratórias influenciam no estado de cada um. Porém, a drenagem ou captação de energias depende dos nossos próprios padrões de pensamento e sentimento. Somos vulneráveis, adormecidos em nossa inconsciência, fechados em nossas idéias pré-concebidas, que determinam as reações emocionais.

A blindagem contra as intoxicações e o desbloqueio que permite a troca positiva estão associados à LUCIDEZ.