terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Rotação da Terra é medida diretamente pela primeira vez

Conforme a Terra gira, dois feixes de laser -
que formam o anel de laser -
interferem um com o outro, registrando o movimento
com muita precisão. [Imagem: TUM/FESG]


A medição inédita foi possível graças ao anel de laser mais estável do mundo, construído dentro de um laboratório subterrâneo.


Um grupo com 

pesquisadores 

da Universidade Técnica 

de Munique, na 

Alemanha, 

tornou-se a primeira equipe do mundo a detectar mudanças no eixo da 

Terra através de medições em laboratório.

Até hoje, os cientistas somente conseguiam rastrear as mudanças no eixo 

polar indiretamente, monitorando corpos celestes"fixos" no espaço com a 

ajuda de 30 radiotelescópios.
Para fazer uma medição direta, eles construíram o anel de laser mais 

estável do mundo, dentro de um laboratório subterrâneo, e o utilizaram 

para determinar as alterações na rotação da Terra. Leia Mais


segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

INTRAS, EXTRAS E A EVOLUÇÃO DOS PLANETAS


(Trecho extraído de uma das palestras de Juan Uviedo em São Paulo em 2002).  






Janeiro 1996 - FOTO DA NASA (O Olho de Deus)
MyCn18  (Hourglass Nebula), uma Nebulosa Planetária
 localizada aproximadamente a 8,000 anos luz
Sistema Solar

A cada milhões de anos, os planetas se deslocam e vão trocando de vácuo.
SOL) – Mercúrio – Vênus – Terra - Marte – Júpiter – Saturno – Urano – Netuno –Plutão.

Nesse translado de corpos, o corpo, quando morre, deixa de girar; quando deixa de girar, perde suas partes mais leves para seus quatro abaixo.

Isso tem a ver com a quadratura do círculo, um problema mágico dos velhos tempos, quando a magia começou a crescer. A quadratura do círculo é algo importantíssimo dentro da magia: quando deixa de girar, acontece a espera e, na espera, o corpo se transforma em cubo e esse cubo será transladado até outro vácuo.

A primeira vez que esse translado ocorreu foi com Plutão. Plutão se deslocou para o vácuo de Netuno, então, os plutonianos, quando perceberam que viria o caos, cavaram e entraram dentro da pedra, então chegaram a Netuno como intraterrestres. Plutão é o pai dos intraterrestres.

Depois de milhões de anos isso aconteceu a Netuno; havia uma sociedade conservadora, que não queria perder sua pedra, mas também haviam os revolucionários, as cabeças modernas de Netuno, que inventaram naves, saíram da pedra, esperaram que Netuno fosse ao vácuo de Urano e, quando Plutão chegou ao vácuo de Netuno, desceram. Ao começar a girar, neste cubo criou-se um novo Netuno, o que nós conhecemos.

Nas imagens onde se vê a Terra cortada como uma melancia, podemos ver diferentes capas. Se cavarmos, vamos encontrar em seguida a capa que pertenceu a Marte, quando esta pedra estava no vácuo de Marte; se seguirmos cavando, vamos encontrar a capa de quando esta pedra estava no vácuo de Júpiter.

O vácuo é o que dá nome para o planeta. A pedra que cair no nosso vácuo se transformará em marrom (Terra). As pirâmides são próprias das civilizações marcianas e podem ser mais antigas. Estas pirâmides terráqueas foram construídas em cima de velhas pirâmides, no tempo em que a pedra ainda estava no vácuo de Marte.

Os intras são aqueles cujos avós são plutonianos e vieram sofrendo mutações e se transformando dentro dos vácuos; sempre estiveram dentro dos vácuos.

Os extras se moveram fora dos vácuos, eles tiveram uma atitude revolucionária, abandonaram a mãe e o pai e conservaram a hierarquia.

Nós todos aqui somos terráqueos, alguns com sementes extras e outros com sementes intras.

Quem tiver uma semente extra vai interessar também ao intra, porque os intras se interessam por quantidade. Eles precisam de gente, porque vão construir lugares, necessitam força física, porque terão que enfrentar todos os acontecimentos que irão vir sobre a Terra.

Os extras querem poucos, querem qualidade, porque em cada nave só podem resgatar 13 pessoas.

A diferença entre ser resgatado pelos extras ou pelos intras é que, se for pelos intras vamos ficar nos vácuos e vamos ver tudo; se formos resgatados pelos extras, seremos retirados e só voltaremos minutos depois de tudo terminado e nem vamos saber o que aconteceu.

Quando os extras descerem, os resgatados serão as sementes para a próxima evolução na Terra; e os intras estarão em Vênus.

Algumas mutações já podem ser vistas na natureza: bichos e insetos estranhos, plantas carnívoras. O caos total da Terra começará após o ano 2.250. Nós veremos alguma coisa. Já estamos vendo.

O Planeta Elno é o 12º planeta. Ele é como uma placenta, ou pele, que cobre o vácuo Preto, onde são gerados os planetas. Ele se comporta como uma placenta aberta que vai sugando o que precisa para se formar. Ele já sugou o que precisava de Plutão (isso começou em 1991) e neste momento (2002) ele está sugando tudo o que necessita de Netuno, por isso estamos perdendo a segurança. Em 2.250 ele vai estar em cima de nós (Terra) e aí ele vai sugar tudo o que precisar e vai engordar. Seu tamanho será várias vezes maior que o do Sol e queimará como nos filmes de ficção, desintegrando tudo com seus raios azuis.

Os terráqueos não suportarão ficar na superfície, terão que ficar dentro do solo. O planeta Elno, com a lua Quíron, dará uma volta e passará por entre Mercúrio e Vênus e então ele mandará Mercúrio para o Sol e, no momento em que no vácuo de Mercúrio não existir nenhum planeta, todos os planetas perderão o raciocínio, o canibalismo chegará ao máximo.

Ele dará a volta e os planetas mudarão de vácuo: Vênus irá para Mercúrio, nós começaremos a pensar de novo, a Terra irá para o vácuo de Vênus, Marte chegará no vácuo da Terra e, dependendo da semente, será a evolução.

Elno terminará sua volta pelo sistema carregando tudo dentro do seu ventre, e então produzirá um corpo, que será Plutão do outro lado do sistema. 

O corpo físico deste lado é produzido pela energia do outro lado, por isso, suspeitamos que exista exatamente o mesmo do outro lado do sistema – é a magia do TUDO. O que extrai de negativo deste lado vai produzir o corpo físico do outro lado. Este é o processo no qual a Cosmologia acredita e que está cada vez mais claro.

Veja transcrição de outra de suas palestras no site Cosmologia Nova Ciência

Kachina Azul - Profecia Hopi

Será que o Big-Bang criou dois universos?



Simulação realística do Universo recria evolução cósmica


domingo, 25 de dezembro de 2011

O ELO PERDIDO



Passados muitos anos, ela acordou sem qualquer argumento que justificasse o que seu coração teimava em considerar o pior ato de sua vida.

Ao ver uma cena de um pai com um menino, retornou à época em que havia deixado sua principal tarefa a cargo de outra pessoa.

Dizia agora a si própria que aquele não havia sido um ato corajoso, grandioso, humanitário! Deixar o filho ir morar com o pai havia sido um ato extremamente egoísta, equivocado!

Como encontrar agora o elo perdido?

Depois de viver sua aventura no fundo do mar, ela retornou à terra, onde buscou, mas não encontrou mais seus familiares.

Trouxera consigo uma caixa, presente dos seres abissais, com a instrução de abrir somente em caso de profundo desespero.

Ao abri-la, uma grande fumaça transformou sua face, onde apareceram sulcados todos os caminhos traçados, todos os anos que haviam passado despercebidos.

Os cabelos, sempre negros, antes sinal de vitória contra as vicissitudes humanas, finalmente branquearam.



Ao longo do ano de 2006, quando produzi o texto acima, já se aproximava o final de minha missão em São Thomé das Letras-MG,  iniciada em 1989 com a fundação da Associação Comunitária Viva Criança, retirada do plano astral pelo Mestre Juan e que vinha de encontro aos mais elevados ideais de assistencialidade que me eram possíveis na época. 

São Thomé das Letras - MG
Produto da revisão que fazia de minha trajetória nesse período, identifica meus sentimentos com os do personagem de uma história japonesa antiga, Urashima Taro (no link, vídeo em japonês), cujo final sempre me intrigou. 

A moral da história, como interpretava, é que ele perdeu tempo precioso aventurando-se a viver uma vida diversa àquela socialmente aceita, que seria permanecer na terra natal, em dedicação total à família. Foi como me passaram. De onde eu traduzia: não ir para além mar, como fizeram meus ancestrais, não afastar-se, como eu, buscando estrelas.

Mas, revendo, consultando fontes, uma delas gentilmente traduzida pela Flavita do Livro em francês, descobri a mensagem que havia passado despercebida: 

"... se somente tivesse agido como lhe haviam aconselhado, poderia ter vivido mil anos... Não amarías ir ver o palácio do dragão, além do vazío, onde o deus do mar vive e governa como um rei os dragões, as tartarugas e os peixes? Onde as árvores têm esmeraldas por folhas e rubís por frutos, onde o rabo dos peixes são de prata e o rabo dos dragões são de ouro?"

O conselho foi para aguentar-se, enfrentar, não entrar em desespero pelo que perdeu, não abrir a caixa! 



clique na foto para ampliar
Abri a caixa do desespero, experimentando um tempo de trevas, acometida por profunda tristeza, acompanhada da sensação de ter perdido o caminho. 

Precisava buscar o elo perdido, retornar ao ponto de partida. Talvez ainda demore mil anos para ter uma nova oportunidade de rever o palácio do dragão.

"Do pó vieste e ao pó retornarás."    Gênesis, 3:19
Se do mar eu vim... retornarei a ele?

  



sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

PARTÍCULA DE DEUS?

Ilustração artística de uma das possibilidades do decaimento do bóson de Higgs,
que deve ser detectado pelos "sup-produtos" que ele gera depois de decair. [Imagem: CERN]


LHC não confirma nem descarta existência do Bóson de Higgs: Tudo ficou adiado para 2012, quando os cientistas terão mais dados para aferir se o pico que apareceu no gráfico é uma flutuação aleatória ou a tão procurada Partícula de Deus.








UM OUTRO OLHAR...





INTRA ou EXTRA?


A primeira vez que ouvi essas palavras deve ter sido na infância, através de seriados de ficção da TV.

Bem mais tarde, chegaram à vida, supostamente real, através do Mestre Juan, que falava ao meu coração sobre planetas distantes e habitantes do centro da terra.

Alertava sobre o futuro com afirmações que encontravam base nos muitos ditos da antiguidade.


Nos tempos que virão, haverá dois sóis, um muito quente e outro muito frio, e não será possível viver na superfície. Como já ocorreu na história desta pedra, os homens sofrerão transformações físicas, adaptando-se à vida intraterrestre. Retornarão à  forma reptílica.

Segundo ele, os extras serão resgatados através de naves (já estão sendo, gradativamente, resgatados). Confira uma das palestras de Juan Uviedo sobre o assunto.

Fazia sentido para mim, embora soasse fictício. Apesar do sonho, quase acordada, com seres que traziam mensagens, preferia deixar essa teoria em suspenso, para posterior análise. Chegaram com a violência de um jato, em um veiculo brilhante-esbranquiçado e instalaram uma espécie de terminal. Disseram: "...Os da novela estão errados; não descendemos dos macacos"... e nomearam várias espécies, estranhas para mim. Assustada, saí da barraca onde dormia,  olhei para cima e vi intensa luz no topo da Montanha. Seria a lua?

Não me fixava nos pormenores desse assunto, pois interessava-me realizar meu projeto existencial, que vislumbrava, agora que se abria a possibilidade de criar uma associação para atender crianças carentes: Associação Comunitária Viva Criança. Os estudos de astrologia e filosofia oriental apontavam para um serviço dedicado à humanidade. Permanecer no egoísmo seria ficar sentada sobre a própria cauda. Dentro da minha interpretação, precisava ampliar minha assistencialidade para uma dimensão além da família. 

Hoje, percebo melhor as armadilhas do ego neste tema. O que devia aprofundar e transformar era minha noção de carência, minha forma de julgamento sobre as diferenças entre as pessoas.

Na época, a prioridade era cuidar das crianças, aplicar minhas habilidades, melhorar a vida na Cidade pela qual me apaixonara. Funcionando como pano de fundo, porém, a ideia em segundo plano imprimia grandiosidade ao nosso já grandioso projeto.

Serei intra ou extra?
Será que serei digna de ser resgatada ao espaço, ou irei me transformar num lagarto?

Fazer cálculos sobre os movimentos estelares, observar o céu com frequência, tentando viver dignamente sob ele me fazia sentir mais extra, coisa que me parecia mais apreciável.

Por trás dessa simples dúvida, os preconceitos de todas as eras me acompanhavam, incólumes. Havia, então, formas de identificar, de diferenciar, de classificar, de discriminar. Trazia dentro de mim o que tentava combater.

Senti que essa questão me fazia retornar a um portal misterioso, ainda intransponível, para o encontro com minha concordância íntima.

Abre-te Sésamo! A vibração da caverna se abrindo ao som desse conjunto de palavras sempre ressoou dentro de mim.

Qual seria o código agora? Já perdera a esperança de encontrar o que não tinha certeza se existia.

Recentemente, através da Conscienciologia, descobri que, além do portal, existe um código com o qual me identifico. Um Código que venho desenvolvendo desde e através da minha ancestralidade, ou muitas existências.

Paralelamente a essa descoberta, aproximei-me de uma definição sobre Intras e Extras mais facilmente identificável para mim, ampliando minha compreensão sobre os fenômenos parapsíquicos.

Intras: Nós, que temos um corpo físico, aqui neste planeta, somos intras - INTRAFÍSICOS.

Extras: Aqueles que deixaram o corpo físico, ocupam outras dimensões e são os extras - EXTRAFÍSICOS.

Intras e Extras convivem dentro do processo de aprimoramento que se expande em múltiplas dimensões, aprendendo uns com os outros.

Mas sei que isso é apenas parte de toda a história.




terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Confirmado planeta extrassolar na zona habitável

    
      Astrônomos da NASA confirmaram a existência de um exoplaneta com características similares à da Terra, em uma "zona habitável", girando em torno de uma estrela ainda desconhecida. A temperatura média da superfície do planeta extrassolar foi calculada pelos cientistas em 22º C. Leia mais.

Apesar de estar mais próximo da estrela, esta emite cerca de 25% menos luz em comparação ao Sol, o que permite ao Kleper 22-b manter sua temperatura em um patamar compatível com existência de água líquida, ainda não confirmada. [Imagem: NASA]

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Nanossatélites revelam um espaço borbulhante ao redor da Terra




As auroras são apenas a face mais visível de um rico conjunto de fenômenos que os cientistas estão descobrindo no espaço ao redor da Terra.[Imagem: Bud Kuenzli]


Vácuo borbulhante
O espaço ao redor da Terra é tudo, menos um vácuo estéril.
A área ao nosso redor possui um verdadeiro "borbulhar" de campos elétricos e magnéticos, que mudam o tempo todo.
Partículas carregadas também fluem constantemente, movimentando energias, criando correntes elétricas e produzindo as auroras. Leia mais.


domingo, 27 de novembro de 2011

DIFERENÇAS



Aqueles olhinhos pequenos e apertados olhavam felizes a pipa no céu. Sua boca, com poucos dentes, se abria toda, expressando alegria e inocência infantis. Também sorriam outros iguais no parquinho, ao som da música americana. Lembrei-me então da guerra do Vietnã... Das terríveis imagens desse conflito. No lugar de olhinhos felizes, ou atentos, produzindo marionetes de couro e papel, o horror e o sofrimento. O dia de uma criança de Camboja era o tema do vídeo.

Contraste com o jogo, em outro canal, narrado por um personagem que se diz defensor da paz, contra a violência: jogo de vôlei China versus Brasil. Pretexto para ódio e racismo? Algumas palavras, entonações, fazem transparecer o que existe realmente no fundo da pessoa que pronuncia. Visível o preconceito, sensível o ar de superioridade de quem vê somente o que quer ver, insensível aos sentimentos das outras pessoas.

São sutilezas que perpetuam o ódio entre os povos, a rejeição àquilo que não se conhece, àquilo que é diferente. “– Abre os olhos, chinesinha!”...


Fiquei sabendo depois que se tratava de um pequeno gambá.

Quando apareceu dentro da minha casa, comecei a gritar apavorada, pois nunca tinha visto um animal daqueles. Por causa da minha reação, a Lita acertou o bicho com um pedaço de madeira.

Minha amiga médica passava por lá e, vendo o animal desfalecido, pegou-o delicadamente, envolvendo-o com seu olhar de quem é acostumado a salvar vidas.

Mas o golpe havia sido fatal.

Um sentimento profundo de vergonha se apoderou de mim. Dei-me conta do absurdo da situação.

Como podia condenar à morte um ser somente porque ele era desconhecido para mim?

Porque era diferente?


Ela tinha que percorrer vários quilômetros antes que o sol descortinasse aquela paisagem rural, no caminho até a escola.


Mas nem sua imaginação fértil de criança, que a tinha feito ver o homem sem cabeça, seres estranhos na escuridão, a faziam desistir de ir à aula.

Sua caligrafia era perfeita, escrevendo a língua do país que seus ancestrais haviam escolhido. Nação agora obrigada a participar da guerra contra os países do Eixo, por conta de um tratado dos irmãos do Norte.

Repentinamente, os traços diferentes de seu rosto eram o retrato do inimigo.

Vieram, então, as humilhações e as mudanças.

Para deixar a escola que tanto amava também havia outro motivo, além deste. Por ser mulher, tinha que ajudar nas tarefas de casa, auxiliar para que seus irmãos, do sexo masculino, pudessem estudar.

Minha história se confunde com a de minha mãe e a de tantas outras pessoas injustiçadas por serem minoria, ou pertencerem a uma classe menos valorizada. Por serem diferentes. Vinte anos depois, os valores do tempo de guerra ainda vigoravam em forma de piadas e chingamentos que enviavam mensagens de que este não era o meu lugar.

Qual seria, então, o meu lugar?

Cresci sentindo-me uma estranha em minha própria terra. A sensação de ser diferente aumentava a cada experiência de inadequação.

Parece que este é o caminho inexorável da busca de si mesmo. O processo de individuação. Encontrar o próprio lugar.

Dentro, fora e além.



sábado, 26 de novembro de 2011

NASA anuncia descoberta de Grandes Lagos em lua de Júpiter

"Grandes Lagos" da lua Europa, de Júpiter, estariam a vários quilômetros abaixo de sua superfície congelada. [Imagem: Britney Schmidt/Dead Pixel VFX/Univ. of Texas at Austin]
A melhor explicação para as estranhas formações na superfície da Lua são estruturas de gelo. [Imagem: NASA/Ted Stryk]

Cientistas acreditam ter encontrado fortes indícios daquilo que parece ser água líquida em Europa, uma das luas de Júpiter. Leia mais





quinta-feira, 24 de novembro de 2011

MULTIDIMENSIONALIDADE


Transformação (Janosh)
“Fui mineral, morri e me tornei planta; como planta morri e depois fui animal; como animal morri e depois fui homem. Por que teria eu medo? Acaso fui rebaixado pela morte? Vi dois mil homens que eu fui, mas nenhum era tão bom quanto sou hoje. Morrerei ainda como homem, para elevar-me e estar entre os bem-aventurados anjos. Entretanto, mesmo esse estado de anjo terei de deixar.”       
Al Rumi/poeta islâmico (1210 - 1278 d.C)

Pastoreio 
Como somos irresponsáveis no uso das nossas dádivas divinas! A despeito dos avisos desencorajadores dos mais sábios, lançamo-nos em busca da satisfação dos nossos apetites, olhando somente o que queremos olhar, percebendo apenas o que nos convém.

Saber dos efeitos que causamos no âmbito multidimensional, provocou  em mim uma interiorização profunda, como a de quem se depara com a passagem de um ente querido para outra dimensão.

Reflexões, memórias, pesar...

Senti, nitidamente, que uma parte de mim ficou para trás, definitivamente. Esse sentimento veio ao encontro das sensações isoladas que vinha experimentando de uns meses para cá. A observação dos sinais, logo após cada repetição de comportamentos, a mudança de alguns hábitos... Alguns que já sabia serem nocivos, outros, que considerava prazerosos e indispensáveis.

Meu mecanismo de prazer e a forma como o via, não são mais os mesmos. Uma nova visão da vida abriu-se diante de mim, embora ainda não a vislumbre por completo.

Sinto agora o peso da minha responsabilidade em cada gesto, em cada palavra. Começo a compreender os efeitos de atos do passado, ainda presentes, sob inédito ponto de vista.

Alguns aspectos identificados:
  1. Agir como se fosse o centro do universo, ou o próprio buraco negro;
  2. Ser pusilânime (ficar em cima do muro), para não demonstrar meus limites. Existe implícita a cobrança por perfeição, sobre mim mesma e sobre os outros;
  3. Na crença de ter que exibir as qualidades de um ser divino, adivinhar os desejos, os pensamentos, as vontades dos outros. Saber o quê e como as coisas devem ser feitas. A mesma exigência para os demais;
  4. Ditar as normas, como quem está acima na escala hierárquica;
  5. Obedecer e servir, como quem está num degrau abaixo.

SONHOS

"Quem olha para fora, sonha; quem olha para dentro, desperta." Carl Gustav Jung


Realidade em sonho:

O sonho a seguir é uma de minhas anotações de 1987, dois anos antes de saber da existência da cidade de São Thomé das Letras:

Barão de Alfenas 
Foto de E.Sattelmayer
Confira documento histórico no link:
A revolta dos Escravos em 1833    
   
Estava com meu filho, mas não com os atuais corpos. Éramos claros e estávamos na época das saias compridas – far-west. Havíamos nos perdido e de alguma forma eu sabia que não iríamos sair vivos dessa.

Ouvia uma voz no fundo da cena, como que narrando uma história. Éramos filhos de um barão, muito odiado e, a qualquer momento, se descobertos, seríamos mortos.

Em algum momento anterior, separei-me de meus amigos e familiares.

Perdida, numa espécie de cidade pequena no meio do deserto, sabia que nunca mais voltaria a ver aquelas pessoas – ou melhor, a voz dizia isso, embora no fundo eu lutasse para me salvar e ao meu filho.

Vi-me mexendo em roupas e num revolver, que estava pendurado em uma parede, junto com umas roupas de homem. Cheguei a pegar o revolver e coloca-lo dentro da bolsa. Em seguida, atormentada pela dúvida, se deixava ou levava, pensando: será que serei morta por não levar a arma, ou por leva-la? – acabei pendurando-a onde estava.

Saímos, e aquela voz repetia: “nunca mais ela voltará a ver aquelas pessoas...” Angustiada, visualizava um mapa, na cabeça, e sentia falta de uma bússola.


    
Sonhos reais:

Foto de Valquiria Rosa
O céu esteve encoberto o dia todo, mas o sol acaba de sair da escuridão e, já próximo do horizonte, irá se por sob um fundo límpido e rosado. Ele está inteiro agora, resplandescendo sem ofuscar... suavemente.
      
Algumas pessoas têm sonhos tão grandiosos, que necessitam subjugar tudo ao seu redor para poder concretizá-los, ou no intuito de. Para isso existem os escravos, os funcionários fiéis.
     
O sol está prestes a tocar a terra... é laranja, sob fundo rosa. Será que poderei ver Marte hoje? Gorda sensação, bolha suspensa no ar, mergulhando nas montanhas, sem confundir-se com elas. Surge um portal, fazendo-o parecer uma tenda que esmaece pouco a pouco, indo procurar outro espaço.
     
Assim se foi mais um dia de eternidade.

A pipa voa sob o céu nublado, cinza azulado. As andorinhas acompanham, ao canto dos pássaros prisioneiros.

A lua sorri, como o gato de Alice, descobrindo uma nuvem rosa por trás das cúmulus que avançam.

Alguns moradores aparecem nos telhados de suas casas, ao som da Rádio Montanha das Letras. É hora do Tao.
   ..."o sábio, ainda que esteja rodeado de glória, não esquece o começo."

No princípio, era uma praça na Montanha, onde todos se reuniam. Agora é o rádio que fala, procurando maior alcance.

Daqui se ouve a batida do funk na praça de hoje. Muita, muita gente batendo as estacas.


                               
Pôr de Sol em São Thomé das Letras
      
Distinguir as impressões... Ela aprendera com os índios que é só olhar em volta para receber as mensagens.

        As pegadas se entrecruzam...

Na viagem de volta a São Thomé, ela pensava uma vez mais: o que a levara tão longe? Tentava avaliar se valera a pena, se trilhara o caminho.

Observava a diferença dos trabalhadores na recuperação do Tietê e comparava aos de Minas... “a pedra São Tomé não se pode lapidar; mas elas se encaixam perfeitamente umas às outras...”

Na entrada, a gata era sugada pelos filhotes. Alguns eram seus, outros não. Em enorme quantidade, circulavam naquele cômodo imundo. Na parede, um símbolo do anticristo.  Por alguns momentos, despertou em seu íntimo o impulso de limpar, aquele velho sentimento, quase soberba, de salvar as crianças que lá viviam. Será que conseguiria?

A impotência já não lhe causava angústia. Apenas um sentimento de resignação.

Olhando nos olhos do menino pelo qual, enfrentando o temporal, vencera a subida da Rua do Cruzeiro e entrara por aquele portal que descortinava as trevas – um mundo cuja existência ela não gostava de admitir – via a luz da verdade e a súplica por ajuda. O rádio da escola havia sido roubado por um de seus colegas daquele grupo e somente ele sabia.

Diante dela, sem demonstrar resistência, o ladrão entregou o produto do roubo.

Ela duvidava de sua capacidade de amar do jeito como toda aquela gente requisitava... Como se ela fosse uma fonte inesgotável. Como a gata, às vezes rechaçava com a pata aqueles que insistiam, mas acabava cedendo. Afinal, estavam acostumados a tirar leite de pedras.

Não, não eram eles que exigiam aquele modo tirânico de amar. Era ela quem o exigia de si mesma. Exigia-o dos outros: um amor de sacrifícios, renúncias, sofrimento... Dedicação ampla e irrestrita até a morte.




O PODER DA PALAVRA, DO SOM, DO PENSAMENTO

"Quien nombra, llama..." Eduardo Galeano

Mensagens da Água


O Professor e pesquisador Masaru Emoto analisou amostras retiradas de diferentes locais e  também a água congelada após exposição a palavras e sons que exprimem os sentimentos humanos. As imagens ilustram apenas alguns dos resultados obtidos. A pesquisa pode ser conferida em seu livro, publicado em português pela EDITORA ISIS, LTDA. contato@editoraisis.com.br
www.editoraisis.com.br


"Se nos preocupamos realmente com o meio ambiente, devemos, primeiramente, reciclar nossos pensamentos, pois são os principais responsáveis pela poluição" (aula do Curso de Autodomínio Bioenergético).


Tenho percebido como o que penso e o que sinto reverbera em todas as ações e no ambiente.

Uma vez me indicaram para ler um livro sobre o poder das palavras, seguramente por observar a forma como eu as empregava... - Você precisa ler! - disse ela. Sábia sugestão! Mas, na época, a mensagem ficou na superfície.  Cada pessoa tem seu tempo para cair em si, ouvir e praticar. Observo como, no dia a dia, levados pelo condicionamento, utilizamos os pensamentos, os sentimentos, a nossa energia, enfim, negativamente, em nosso detrimento, ou em detrimento do que quer que seja. 

Igualmente, consigo observar os benefícios da boa palavra, dos bons pensamentos. Somos tão repetitivos em nossa inconsciência! Equilibrar a bioenergia! Conforme ensina a Conscienciologia, existem técnicas eficazes para isso. Consulte: 
Mobilização Básica de Energias , técnica proposta pela Conscienciologia para promover a limpeza energética veja o vídeo, que traz, no início, breve explicação da técnica.

Estou aprendendo!  Por instantes, consigo estar atenta, acordada, presente. O medo, a insegurança, a irritação com as coisas que ocorrem diferentemente das minhas expectativas surgem mais claramente nesse processo, desnudando falsas seguranças. De início, sinto segurança para enfrentar a mim mesma. Sinto a necessidade de assumir minha autocura, que antes tentava terceirizar ("Não adianta tentar terceirizar a autocura!" - a frase de Málu Balona foi contundente).

Existem outras pesquisas e diferentes formas, utilizadas por diferentes povos e grupos, corroborando o poder da vibração dos sons, como por exemplo:



O Milagre de 528 Hz Solfeggio e números de Fibonacci



5a. Sinfonia destrói células cancerígenas

Música de Beethoven causou a morte de 20% das células analisadas
A pesquisa, levada a cabo pelo Programa de Oncobiologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, analisou células MCF-7, ligadas ao cancro da mama. Ao expor as referidas células ao famoso tema, uma em cada cinco acabou por morrer, o que entusiasmou os envolvidos. Veja mais em http://novosinsolitos.blogspot.com 


Mantras

Abaixo, apenas alguns exemplos. Diferentes povos, desde a antiguidade, utilizam palavras, sons, intenções que, combinados, provocam vibrações poderosas. 


Kodoish, Kodoish, Kodoish, Adonai Tsebayoth
”Santo, Santo, Santo é o Senhor, Soberano do Universo” 

Mantra  que expande amor, luz e paz. Une todos os biorritmos do corpo (personalidade encarnada) com os ritmos espirituais do corpo do Eu Superior (Ajustador de Pensamento), de modo que todos os sistemas circulatórios operem como um batimento do coração cósmico. Deve ser feito para 
discernir entre as forças celestiais espirituais e as "negativas". A saudação ativa um padrão de ressonância com o Trono do Pai que as "forças negativas" não conseguem suportar quando cumprimentadas com esta saudação. Esta saudação é tão forte que as "forças negativas" não conseguem permanecer nem por um lapso de tempo na presença de sua vibração. Cria distorções temporal-mentais-espirituais dentro de nosso corpo, que nos permitem crescer de um pequeno microcosmo ao nível próximo da Divindade. É a chave da transformação e a vibração central coordenando todas as vibrações com o veículo espiritual do Homem.
Fonte: Keys of Enoch - Chaves de Enoch - Dr. J.J. Hurtak

OM MANI PADME HUM

“Recebemos a Jóia da consciência no coração do Lótus” (recebemos a jóia da consciência divina, no centro do nosso chakra da coroa)

É um dos mantras do budismo, o mais entoado pelos budistas tibetanos. De origem indiana, de lá foi para o Tibete. O mantra é associado ao deus de 4 braços Shadakshari, uma das formas de Avalokiteshvara, deusa da compaixão.
  • Om fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino dos deuses. O sofrimento do reino dos deuses surge da previsão da própria queda do reino dos deuses (isto é, de morrerem e renascerem em reinos inferiores). Este sofrimento vem do orgulho. Recitá-la o abençoa para atingir a perfeição napratica da generosidade.
  • Ma fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino dos deuses guerreiros (sânsc. asuras). O sofrimento dos asuras é a briga constante. Este sofrimento vem da inveja. Ajuda a aperfeiçoar a pratica da ética pura.
  • Ni fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino humano. O sofrimento dos humanos é o nascimento, a doença, a velhice e a morte. Este sofrimento vem do desejo. Ajuda a atingir a perfeição na pratica da tolerância e paciência.
  • Pad fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino animal. O sofrimento dos animais é o da estupidez, da rapina de um sobre o outro, de ser morto pelos homens para obterem carne, peles, etc; e de ser morto pelas feras por dever. Este sofrimento vem da ignorância Ajuda a conquistar a perfeição na pratica da perseverança. 
  • Me fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino dos fantasmasfamintos (sânsc. pretas). O sofrimento dos fantasmas famintos é o da fome      e o da sede. Este sofrimento vem da ganância.  Ajuda a conquistar a perfeição na pratica da concentração.
  • Hum fecha a porta para o sofrimento de renascer no reino do inferno. O sofrimento dos infernos é o calor e o frio. Este sofrimento vem da raiva ou do ódio Ajuda na conquista da perfeição na pratica da sabedoria.
     Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre (palavras grifadas são links para pesquisa).

A senda das seis perfeições é a senda de todos os budas. Cada uma das seis silabas elimina um dos venenos da consciência humana.

OM - Dissolve o orgulho
MA - Liberta do ciúme e da luxuria.
NI - Consome a paixão e os desejos
PAD - Elimina a estupidez e danos.
ME - Liberta da pobreza e possessividade.
HUM - Consome a agressão e o ódio.
Publicada por Semear Luz
De: Antonio Coelho


A força das palavras, potencializadas através da pureza e inocência infantis:

O Mundo de Sofia

Neste trecho da minissérie feita a partir do livro de Jostein Gaarder, Sofia lê uma redação que arrebata a todos. 


Não basta saber. É preciso experimentar, praticar!

Ir mais além...


No link REPROGRAMAÇÕES POR PALAVRAS E FREQUÊNCIAS, a comprovação de cientistas russos.