quinta-feira, 24 de novembro de 2011

LIVRE PENSADOR




Esta foi a primeira página da minha autopesquisa de consciência após conhecer a Conscienciologia. Hoje, 16 de outubro de 2011, ao relê-la, sentí a necessidade de modificar uma palavra no terceiro parágrafo, onde constava:
Caminho aberto para um livre pensador, que busca aproveitar sua presença na Terra para atingir seu *prazer espiritual.

*Substituí na frase a palavra prazer por plenitude. 

Não que o prazer tenha deixado de ser importante. Para mim, sempre foi um caminho para o amor, uma motivação para realizar as coisas dentro de objetivos de aperfeiçoamento e desfrute da vida.  

Ao longo de inúmeras vidas, observei ao meu redor, às vezes atentamente, outras não... Reconhecia a existência de um universo similar ao meu universo interior. Fazia parte do meu código de ética ajudar os mais necessitados e tinha consciência de que, qualquer que fosse a ação, para que fosse efetiva, teria que ser prazerosa também para mim.

Após a aula sobre Multidimensionalidade, repentinamente, percebi que havia algo mais do que isso, sensações maiores. A teoria e a forma como as palavras foram colocadas agiram como chave mestra para a conexão com vastos campos, onde me senti em casa. 

Já não preciso procurar o prazer nas atividades, pois agora sei que apenas devo deixar fluir a minha natural necessidade de auto e hetero-assistência. Essa simples mudança de foco provocou uma reorganização de pensamentos, desta vez encaixando-os dentro de mim mesma, para daí expandir-se.


A visualização do Caminho, em 2010:

Atraiu-me uma frase, ouvida no momento certo, da professora Málu Balona: - "Não basta o conhecimento... ele precisa ser útil às pessoas."
E ainda, a máxima desse grupo que encontrei recentemente:
"Não acredite em nada do que ler ou ouvir. Experimente. Tenha suas experiências pessoais."


Foi através de uma entrevista assistida em TV COMPLEXIS que recebí o start para essa busca (veja a entrevista no link  abaixo): 

Málu Balona fala sobre Labilidade Parapsíquica

Caminho aberto para um livre pensador, que busca aproveitar sua presença na Terra para atingir sua plenitude* espiritual. Para uma pesquisadora, como me auto defino.

O contato inicial com um grupo de pesquisa dessa natureza foi no Grupo de estudos da Consciência, que se reúne na Biblioteca Municipal de Jundiaí todas as 3as. feiras às 19:30h, fundado por Moisés Esagui


A pauta foi o Vício do Sofrimento, pelo coordenador Gilvaney Rodrigues.

Excelente tema para refletir... E a minha mente ficou ativa, retardando meu sono. Mas, aprendí que não precisamos dormir tanto, se nos conectamos com a Grande Energia.

O que nos leva ao vício? À repetição de determinados comportamentos?

São  tantas coisas envolvidas!

Busca do prazer... Sim, ainda que efêmero e, na maioria das vezes, não satisfeito em sua totalidade. 

O que está atrelado ao prazer? Ao chegarmos  a este planeta, aprendemos a associa-lo aos diversos contatos com a matéria, a reconhecê-lo através das ações concretas, que mais tarde traduziremos como atos de amor, ou desamor.

Na história da humanidade, não tão distante, a doença e o sofrimento eram super-valorizados nas classes de elite, entre os intelectuais e clérigos. Condição implícita para receber atenção, ser digno, ser amado.

Da mesma forma que, ao contemplarmos o céu, vemos incontáveis estrelas que já foram extintas, convivemos nesta Pedra com uma bagagem de valores e crenças que pertencem ao passado. Convivemos, também, com as projeções do futuro, próprias do movimento dos corpos.

Sinto-os como mundos paralelos, existindo ao mesmo tempo, gerando incompreensões e perplexidade.

Por isso, nem sempre percebemos que aqui é um laboratório fantástico, que oferece um painel de infinitas possibilidades para se vivenciar. 

Existem tantas maravilhas ao nosso dispor, que não basta uma vida.

Podemos escolher!

Iniciei um curso na ASSIPEC,  sobre Autodomínio Bioenergético, dentro da Conscienciologia, 
neociência fundamentada pelo Dr. Waldo Vieira, dedicada ao estudo da consciência de forma integral considerando todos os seus veículos de manifestação (holossoma), as múltiplas dimensões (multidimensionalidade), as múltiplas vidas (serialidade) e a evolução consciencial, baseada no paradigma consciencial. 


Livre das amarras institucionais, como pede minha alma.

Fazendo minha autopesquisa.