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Cosmologia é o universo de conhecimento, disponível para cada ser que busca compreender os mistérios da vida. De onde viemos? Por que? Para que? Perguntas que nos fazem volver os olhos para o céu e contemplar os ensinamentos dos nossos antepassados. E, ainda, temos a dádiva de poder experimentar, encontrar o verdadeiro sentido da existência por nós mesmos, através das nossas próprias vivências.

Sobre este espaço:

Compartilho aqui conhecimentos de Cosmologia Energética, pensamentos, sentimentos e experiências decorrentes de minha autopesquisa e meu caminhar pela vida.

Investigo a hipótese de que, ao expressá-los a você e a mim mesma, provoco uma dinamização dos elementos os quais, estagnados no modo de ver humano, representam passado, presente e futuro.

Colocando-os em conexões diversas, interagindo com outras consciências, outros corações, podem fluir dentro do movimento cósmico nas multidimensões, rumo ao absoluto.


quinta-feira, 24 de novembro de 2011

LIVRE PENSADOR




Esta foi a primeira página da minha autopesquisa de consciência após conhecer a Conscienciologia. Hoje, 16 de outubro de 2011, ao relê-la, sentí a necessidade de modificar uma palavra no terceiro parágrafo, onde constava:
Caminho aberto para um livre pensador, que busca aproveitar sua presença na Terra para atingir seu *prazer espiritual.

*Substituí na frase a palavra prazer por plenitude. 

Não que o prazer tenha deixado de ser importante. Para mim, sempre foi um caminho para o amor, uma motivação para realizar as coisas dentro de objetivos de aperfeiçoamento e desfrute da vida.  

Ao longo de inúmeras vidas, observei ao meu redor, às vezes atentamente, outras não... Reconhecia a existência de um universo similar ao meu universo interior. Fazia parte do meu código de ética ajudar os mais necessitados e tinha consciência de que, qualquer que fosse a ação, para que fosse efetiva, teria que ser prazerosa também para mim.

Após a aula sobre Multidimensionalidade, repentinamente, percebi que havia algo mais do que isso, sensações maiores. A teoria e a forma como as palavras foram colocadas agiram como chave mestra para a conexão com vastos campos, onde me senti em casa. 

Já não preciso procurar o prazer nas atividades, pois agora sei que apenas devo deixar fluir a minha natural necessidade de auto e hetero-assistência. Essa simples mudança de foco provocou uma reorganização de pensamentos, desta vez encaixando-os dentro de mim mesma, para daí expandir-se.


A visualização do Caminho, em 2010:

Atraiu-me uma frase, ouvida no momento certo, da professora Málu Balona: - "Não basta o conhecimento... ele precisa ser útil às pessoas."
E ainda, a máxima desse grupo que encontrei recentemente:
"Não acredite em nada do que ler ou ouvir. Experimente. Tenha suas experiências pessoais."


Foi através de uma entrevista assistida em TV COMPLEXIS que recebí o start para essa busca (veja a entrevista no link  abaixo): 

Málu Balona fala sobre Labilidade Parapsíquica

Caminho aberto para um livre pensador, que busca aproveitar sua presença na Terra para atingir sua plenitude* espiritual. Para uma pesquisadora, como me auto defino.

O contato inicial com um grupo de pesquisa dessa natureza foi no Grupo de estudos da Consciência, que se reúne na Biblioteca Municipal de Jundiaí todas as 3as. feiras às 19:30h, fundado por Moisés Esagui


A pauta foi o Vício do Sofrimento, pelo coordenador Gilvaney Rodrigues.

Excelente tema para refletir... E a minha mente ficou ativa, retardando meu sono. Mas, aprendí que não precisamos dormir tanto, se nos conectamos com a Grande Energia.

O que nos leva ao vício? À repetição de determinados comportamentos?

São  tantas coisas envolvidas!

Busca do prazer... Sim, ainda que efêmero e, na maioria das vezes, não satisfeito em sua totalidade. 

O que está atrelado ao prazer? Ao chegarmos  a este planeta, aprendemos a associa-lo aos diversos contatos com a matéria, a reconhecê-lo através das ações concretas, que mais tarde traduziremos como atos de amor, ou desamor.

Na história da humanidade, não tão distante, a doença e o sofrimento eram super-valorizados nas classes de elite, entre os intelectuais e clérigos. Condição implícita para receber atenção, ser digno, ser amado.

Da mesma forma que, ao contemplarmos o céu, vemos incontáveis estrelas que já foram extintas, convivemos nesta Pedra com uma bagagem de valores e crenças que pertencem ao passado. Convivemos, também, com as projeções do futuro, próprias do movimento dos corpos.

Sinto-os como mundos paralelos, existindo ao mesmo tempo, gerando incompreensões e perplexidade.

Por isso, nem sempre percebemos que aqui é um laboratório fantástico, que oferece um painel de infinitas possibilidades para se vivenciar. 

Existem tantas maravilhas ao nosso dispor, que não basta uma vida.

Podemos escolher!

Iniciei um curso na ASSIPEC,  sobre Autodomínio Bioenergético, dentro da Conscienciologia, 
neociência fundamentada pelo Dr. Waldo Vieira, dedicada ao estudo da consciência de forma integral considerando todos os seus veículos de manifestação (holossoma), as múltiplas dimensões (multidimensionalidade), as múltiplas vidas (serialidade) e a evolução consciencial, baseada no paradigma consciencial. 


Livre das amarras institucionais, como pede minha alma.

Fazendo minha autopesquisa.

ASSISTENCIALIDADE REVISTA


Quando a célula é iluminada com uma tênue luz azul,
passa a emitir luz laser verde direcionada. 

SIMESP - Comunicação

A caneta, como se subitamente recebesse uma rajada de energia, precipitou-se ao chão.
O exercício era descreve-la segundo a percepção de cada um. Alguns agregaram valor, significado, falando de suas funções. A maioria, porém, como eu, deteve-se a observar as características físicas do objeto.

Ninguém, entretanto, havia percebido a conexão da caneta consigo mesmo e com o universo.

Tratava-se de um aperitivo à quebra de paradigmas, ao rompimento, ainda que efêmero, com a dualidade da mente.

Células Nervosas
A semente plantada em meu cérebro, naquela tarde de imersão na Assipec, encontrou um  solo remexido, aerado por mãos indígenas que recobraram a memória após vidas de esquecimento. Sim, as mãos.

Sob o aspecto rústico resultante das vicissitudes da vida terrestre, pulsa a qualidade inerente, própria desta consciência: habilidade.

A exteriorização das raízes tem início, coincidindo com um momento de resgate da história familiar, de balanço de valores, de conscientização de aspectos obscuros do meu comportamento.

Para mim, assistência era um passo na direção do divino, mas ainda me acompanhavam antigas crenças de como seria esse caminhar. Cuidar da minha família, das minhas coisas, era uma atitude egoísta, pequena. Ser merecedora de apreço, ser grande, exigia doação, renúncia, solidariedade

Esse paradigma fez com que eu rompesse com minha vida burguesa quase feliz e buscasse dar assistência aos menos favorecidos. Fui feliz, até que me tornei novamente quase feliz e quase burguesa. Também o assistencialismo acabou por tornar-se um fardo, gerando grave enfermidade.

Os sinais de que perdera o caminho eram nítidos. Havia algo errado, intimamente, eu sabia. Retornei ao ponto de partida para descobrir.

O que é assistencialidade? Há muito o que aprender ainda sobre ela. Enquanto prevalecem os velhos paradigmas, se permanecemos invadidos pela culpa, irmã da soberba, ou qualquer outro sentimento de ser privilegiado, convivendo com incapazes e desvalidos, é o mesmo que abrir apenas um dos olhos, ou andar com um só pé (refiro-me ao espírito, que não tem olhos, ou pés).

Os  novos dados e questões a serem trabalhados:

1. Os pensamentos, sentimentos e o corpo físico são apenas resíduos, subprodutos da consciência. Poderá, então ser mudado o que consideramos real? É real, ou nada mais que ilusão criada pela nossa ignorância?

2. As células demonstram que a assistencialidade é um mecanismo natural. Através de um processo de homeostase interna, elas assistem a si mesmas, promovendo o equilíbrio. Indícios de que somos perfeitos?

3. Cada pessoa tem um código único de assistência, que deve resgatar da memória de suas próprias células. E, diferente de assistencialismo, onde se sacrifica algo de si para dar ao outro, quanto mais se doa, mais se enriquece de energia. Para muitos, essa doação se potencializa se for realizada de forma anônima, universalista, sem rótulos de qualquer espécie. Como será a que corresponde ao meu Código Pessoal? Aquela que poderá colocar em equilíbrio todo o meu ser?

Repetindo aqui o princípio máximo da Conscienciologia, não acredito em nada. Meu cérebro precisa refletir,  comparar, experimentar, ampliar. 

O calor da luz atingindo meu corpo foi real?

Só o meu coração pode responder, neste momento.


Mandala da Luz da Consciência

Amplie conferindo as palestras da Assipec nos links abaixo:

Amplie pesquisando, experimentando por si próprio.