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Cosmologia é o universo de conhecimento, disponível para cada ser que busca compreender os mistérios da vida. De onde viemos? Por que? Para que? Perguntas que nos fazem volver os olhos para o céu e contemplar os ensinamentos dos nossos antepassados. E, ainda, temos a dádiva de poder experimentar, encontrar o verdadeiro sentido da existência por nós mesmos, através das nossas próprias vivências.
Sobre este espaço:
Compartilho aqui conhecimentos de Cosmologia Energética, pensamentos, sentimentos e experiências decorrentes de minha autopesquisa e meu caminhar pela vida.
Investigo a hipótese de que, ao expressá-los a você e a mim mesma, provoco uma dinamização dos elementos os quais, estagnados no modo de ver humano, representam passado, presente e futuro.
Colocando-os em conexões diversas, interagindo com outras consciências, outros corações, podem fluir dentro do movimento cósmico nas multidimensões, rumo ao absoluto.
As diferenças cerebrais entre os sonhadores comuns e os sonhadores lúcidos são bem marcantes, mas duram poucos segundos.
Sonhos conscientes
A busca pela sede da consciência no cérebro tem iludido cientistas há décadas.
O que se percebe é que, durante a vigília, estamos sempre conscientes de nós mesmos.
Durante o sono, ao contrário, não temos essa autopercepção.
Mas há um grupo de indivíduos, conhecidos como sonhadores lúcidos, que conseguem perceber que estão sonhando, e inclusive interferir nesses sonhos.
Agora, os cientistas usaram imagens de ressonância magnética para descobrir o que acontece no cérebro dessas pessoas, em comparação com as demais, que sonham apenas o que seu inconsciente parece querer.
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À medida que se descortinam as montanhas ao movimento das árvores enfileiradas, entro numa outra dimensão.
Retorno a um mundo de sonhos, marcado em minha memória com a pureza das coisas essenciais.
Acima, as estrelas. Algumas riscam o céu em movimento mais rápido, porém tão fugidias quanto a lua, que quebra com um sorriso luminoso o negro profundo. Luz e sombra de todos os tempos.
No escuro do pequeno cômodo, tenho à mão dois palitos, como nos primórdios da história do fogo, para acender a vela. Disponho também de uma lanterna avançada, que funciona sem pilhas, apenas sob a fricção de uma alavanca - símbolo do trajeto do homem para fora e de volta à essência.
Preparo-me para a viagem ao mundo dos novos sonhos, tentando, sem sucesso, apagar as luzes da mente. Preciso entender o que sinto a partir do confronto entre a realidade e o sonho de outrora.
Antes de prosseguir, saio para contemplar novamente a visão perfeita de luz e sombra estampada sobre a minha cabeça.
Retorno ao quarto. Apenas a lanterna a iluminar enquanto escrevo.
A luz maior não tardará a chegar.
Deslumbrante.
Não menos, não mais que a noite coalhada de estrelas.
Luz e sombra primordiais.
Faço um esforço para buscá-las nas manifestações humanas. Em cada ação, aparentemente inútil, sem sentido. Nas palavras que abraçam, alternadamente, luz e escuridão.
Quando a luz se vai, aciono, repetidamente, a alavanca da lanterna.
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| Fuera del Tiempo |