Com esses questionamentos
todos, venho procurando as respostas dentro de mim, a cada mapa, observando ao
meu redor, buscando formas de interpretar e buscar saídas criativas, um jeito de
redirecionar as energias. Porém, em qualquer aprendizado, ou
mudança, tenho visto que o empenho da própria pessoa é primordial, decisivo! Depende dela abrir-se ao caminho da consciência!
A Conscienciologia ensina
técnicas para trabalhar com o cérebro, mudar rotinas para estimular novas
sinapses... Isto para preparar, apoiar os esforços de mudança de
hábitos.
Alguns usam a PNL,
Programação Neurolinguística, HOPPONOPONO (técnica havaiana do perdão),
Constelações (Psicologia), Sadhanas (Budismo, Hinduísmo), existem muitas
formas, muitos caminhos... Atualmente, a Física Quântica, que une ciência e espiritualidade, a
qual, em palavras científicas, repete instruções dos antigos mestres.
Na Cosmologia Energética, existem
pessoas do grupo que fazem as reprogramações com e sem os rituais originais.
Sei, também, que pode
haver trocas energéticas espontâneas quando a pessoa está preparada. Eu mesma
tive esta experiência, e soube de outras, confirmadas pelo Juan (ele via auras
– as energias se manifestam por cores). Também é possível haver trocas em
acidentes, cirurgias, estados de saúde graves.
Soube de uma pessoa que
estava muito mal, havia tentado suicídio e que veio como emergência para a
Montanha (São Thomé das Letras) procurar Juan. Nesse período, ele estava com o
pessoal da Argentina que preparava um filme de sua vida, uma semana antes dele
falecer. Juan pediu para a Flavia, do grupo de lá, que fizesse o jogo de pedras
com ela. Uma pessoa, inadvertidamente, tirou uma foto da moça fazendo o jogo.
Ao verificar (máquina digital), foi possível perceber as energias entrando
nela. A mudança ocorrida na moça era visível e foi confirmada por Juan.
Assim, nestes tempos, penso
que o mapa pode ser um guia inicial para orientar a pessoa. No entanto, ficar,
obsessivamente, tentando calcular exatamente o que entrou, como fazíamos, não
sei se é viável se utilizarmos esses outros métodos, ou se ocorrer durante um
jogo de pedras, ou circunstâncias parecidas e não tivermos a clarividência.
Acho que o importante é dar o
apoio para a pessoa avançar com seus próprios pés. Seguir
carregando alguém seria muita prepotência! Não faz sentido, a menos que se escolha isso, por algum
motivo que faça parte de seu aprendizado.
Há algum tempo, as circunstâncias me têm convidado a um trajeto interior muito intenso e, quando retorno a este Blog, tenho vontade de reorganizar tudo, porém, sinto que ele não me pertence. Já seguiu seu caminho.
Sigo o meu.