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Cosmologia é o universo de conhecimento, disponível para cada ser que busca compreender os mistérios da vida. De onde viemos? Por que? Para que? Perguntas que nos fazem volver os olhos para o céu e contemplar os ensinamentos dos nossos antepassados. E, ainda, temos a dádiva de poder experimentar, encontrar o verdadeiro sentido da existência por nós mesmos, através das nossas próprias vivências.
Sobre este espaço:
Compartilho aqui conhecimentos de Cosmologia Energética, pensamentos, sentimentos e experiências decorrentes de minha autopesquisa e meu caminhar pela vida.
Investigo a hipótese de que, ao expressá-los a você e a mim mesma, provoco uma dinamização dos elementos os quais, estagnados no modo de ver humano, representam passado, presente e futuro.
Colocando-os em conexões diversas, interagindo com outras consciências, outros corações, podem fluir dentro do movimento cósmico nas multidimensões, rumo ao absoluto.
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| Esta imagem segue a vida de uma estrela parecida ao Sol, desde o seu nascimento, à esquerda da figura, ao longo da sua evolução até chegar a uma gigante vermelha, à direita. Esta imagem é meramente ilustrativa; as idades, tamanhos e cores são aproximadas (não estão em escala). Na fase de protoestrela (situada no lado esquerdo da imagem) o objeto pode ser cerca de 2000 vezes maior que o Sol, enquanto na fase de gigante vermelha (no lado direito da imagem) a estrela pode ser algumas centenas de vezes maior que o Sol.[Imagem: ESO/M. Kornmesser] |
Batize uma estrela
Uma equipe internacional, liderada por astrônomos brasileiros, utilizou o telescópio VLT, no Chile, para identificar e estudar a estrela gêmea do Sol mais velha conhecida até agora.
Situada a 250 anos-luz de distância da Terra, a estrela HIP 102152 é mais parecida com o Sol do que qualquer outra do mesmo tipo - tirando o fato de ser cerca de quatro bilhões de anos mais velha.
Mais velha, mas quase idêntica, esta gêmea do Sol traz a possibilidade de ver como será a
nossa estrela quando envelhecer.
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| Esta imagem mostra a gêmea solar HIP 102152, uma estrela situada a 250 anos-luz de distância da Terra na constelação do Capricórnio. [Imagem: ESO/DSS2/Davide De Martin] |
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SITE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Brasileiros encontram irmã gêmea mais velha do Sol. 29/08/2013. Online. Disponível em www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=estrela-gemea-do-sol. Capturado em 30/08/2013.
O sentido que se apreende de uma palavra passa a determinar ações por grande parte da vida — veio-lhe à mente, de impacto, ao reler o Sermão da Montanha.
Sua ideia de sacrifício, gravado como o maior deles, é ser cravado numa cruz com longos pregos enferrujados, a coroa de espinhos a penetrar na testa, a seiva rubra a escorrer por todo o corpo.
Também sublime é o dos pais, que trabalham pelo sustento dos filhos, suando em bicas, sem se importar com o cansaço. Padecer no paraíso, oferecer alimentos ou vidas para aplacar a ira dos deuses... na missa, comer o corpo e beber o sangue.
Viver dignamente é preencher os vácuos daqueles que morreram, cumprir o papel dentro do grupo, atendendo expectativas. Fazer jus a esses atos tão valorizados, repetir, como em videoteipe as cenas quotidianas. Sacrificar-se. Há coisas que se entende, mas não se compreende, dizem, resignados ou ansiosos.
Uma dor física no centro do peito confronta-se a pontos de interrogação no cérebro. Alguma luz dentro dela sinaliza que existem lacunas, dissonâncias que impossibilitam completar a travessia em harmonia. A rebeldia sem causa que a acompanha incita a buscar a compreensão do incompreensível. Buscar uma causa, talvez.
Repassando em flashes as experiências vividas, lidas, assistidas, começa a perceber sob nova forma as interações. Dentro das convenções, à medida em que se pratica as melhores qualidades, estas passam a ser aspectos já esperados e exigidos, acabando por escravizar.
No desenrolar das histórias, dar espontaneamente o melhor de si é parte de um contrato, um papel, um acordo qualquer. As convenções prevalecem sobre as necessidades humanas, sobre as qualidades essenciais como liberdade, prazer, amor. A ordem das caixas é mais importante que seu conteúdo. O compartilhar transforma-se num jogo de interesses.
Pergunta a si mesma: — A partir de quando abdiquei de mim?
Os compartimentos preenchidos da razão abrem-se, pouco a pouco, passando a desenvolver um diálogo com seu coração. Permitem que desabafe, expondo situações e posturas que o apertam, outras que o deixam mais quente, ou mais leve, ou fazem-no saltitar.
Juntos, cabeça e coração, lembram que sacrifício deriva de sacro-ofício. Realizar o que é sagrado. No caso de Jesus, é a palavra, são os ensinamentos o sacro-ofício. Para realiza-lo, suplantou a vida física. As dores não o desviaram do objetivo maior a que veio.
Num lampejo, ela se dá conta de que, por muito tempo, ofereceu o sacrifício de forma equivocada, confundindo o objetivo com o espetáculo.
Desta vez, porém, não se castiga. Não dispor de total clareza é condição de seu estado atual. Faz parte do aprendizado, convida a experimentar com o corpo as coisas do mundo.
Continuando a conversa interna, surpreende-se com as notas que produz. Números naturais, racionais e irracionais se distorcem em letras, linguagens, expandem-se em mínimas, semibreves, colcheias, alternando figuras de som e silêncio.
Ela dança, executa o sacro ofício.